Mais lidas 🔥

Ventos costeiros
Inmet emite aviso de vendaval para 31 cidades do Espírito Santo; veja os municípios em alerta

Venda Nova do Imigrante
Festa da Polenta não será realizada este ano

Identidade capixaba
Feira dos Municípios 2026 destaca cultura dos 78 municípios do ES

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 11 de maio

Cultura e tradição
Entrada gratuita: Expo Gengibre 2026 começa nesta sexta no ES

A produção de abacate cresce ano após ano no Espírito Santo. Para dar uma ideia, em 2014 a produção foi de 3.474 toneladas e, em 2021, mais do que triplicou, passando para 11,6 mil toneladas. A área colhida acompanhou essa tendência, passando de 300 para 918 hectares nos anos já citados. O rendimento médio se mantém em torno dos 12 mil quilos por hectare.
Os municípios mais representativos na produção são Venda Nova do Imigrante, que responde por 42,42% do que sai dos pomares capixabas, seguido de Vargem Alta (11,15%), Marechal Floriano (10,72%), Domingos Martins (6,43%) e Santa Maria de Jetibá (5,26%).
Além da fruta in natura, o abacate chama a atenção pelo uso na culinária. Um deles, que já ganhou destaque nacional, foi o início da produção de azeite do fruto por uma família de Venda Nova do Imigrante (veja matéria especial). Mas ainda há muito o que estudar sobre o potencial da planta.
Sávio Berilli é professor do Ifes campus de Alegre e gestor do Fortac, uma frente de pesquisa e extensão, que conta com 18 pesquisadores, que busca soluções práticas para problemas que atormentam agricultores de uma ampla variedade de plantas no Espírito Santo. O abacate é uma das culturas onde foi feito o diagnóstico e, agora, busca-se novas formas de trabalho.
“O nosso foco é o estudo do óleo de abacate. Hoje, já temos uma fábrica de azeite na Região Serrana. No entanto, até então não há pesquisas que mostram o quanto cada variedade de abacate produz de azeite. Temos, atualmente, umas dez variedades plantadas no Espírito Santo e cada tipo produz um azeite diferente. Além disso, temos a casca do fruto e a semente. Eles poderiam também ser aproveitados para fazer óleo? São essas as questões que planejamos responder”, ressalta Berilli.
CLIQUE AQUI E ACESSE O ANUÁRIO DO AGRONEGÓCIO CAPIXABA





