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A cultura da banana consolidou, em 2024, o maior volume produzido no Espírito Santo em dez anos. Com avanço da área colhida e estabilidade na produtividade, o estado alcançou 426,3 mil toneladas, superando o desempenho de 2023 e mantendo tendência de expansão observada desde 2017.
A área destinada à bananicultura cresceu de 22,3 mil hectares, em 2014, para 29,1 mil hectares em 2024 — alta de 30% no período. O maior impulso ocorreu entre 2017 e 2018, quando o cultivo avançou mais de 3.00 hectares.
A produção seguiu trajetória semelhante. Depois de um início de década marcado por oscilações, o volume colhido subiu continuamente entre 2017 e 2024, passando de 339 mil toneladas para 426 mil toneladas. O rendimento médio também evoluiu: de 13,1 mil kg/ha em 2014 para 14,6 mil kg/ha em 2024, com estabilidade ao longo dos últimos anos.
A produção estadual é distribuída em diferentes regiões, mas apresenta polos bem definidos. Em 2024, Itaguaçu liderou o ranking, com 46.070 toneladas (10,81%). Logo em seguida aparecem Alfredo Chaves (44.800 t), Linhares (35.296 t), Iconha (34.820 t) e Laranja da Terra (33.750 t), municípios que juntos somam quase 46% de toda a banana produzida no Espírito Santo.
“A produção de banana tem contribuído para a economia capixaba, promovendo a diversificação nas propriedades rurais e gerando empregos no setor agrícola. O valor da produção de banana em 2024 foi de R$ 966,8 milhões, o maior valor entre os produtos da fruticultura, representando 3,1% da renda rural estadual. Portanto, temos motivos para celebrar esse dia”, destacou o secretário de estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli.






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