Mais lidas 🔥

Relatório IMBR Agro
El Niño na safra 2026/2027: saiba como ficarão as chuvas em cada região e qual será o mês mais crítico

Empreendedorismo no café
Empreendedor transforma Kombi em ponto de venda dos cafés de qualidade que ele mesmo produz

Redes sociais
Brasil terá um megaterremoto em setembro? Rede Sismográfica desmente previsão

28 de julho, Dia do Agricultor
O café que trouxe uma geração de volta ao sítio centenário

Infraestrutura a serviço do agro
Complexo logístico com pista de pouso deve reunir mais de 20 empresas em Pinheiros
O consumo global de café deve avançar para um novo recorde, embora a produção deva cair 3,1%, para 169,1 milhões de sacas de 60 kg, com o Brasil entrando em um ano de baixa de seu ciclo bienal de produção, afirmou nesta sexta-feira o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).
Enquanto o consumo mundial deverá crescer 2,5%, para uma máxima recorde de 167,9 milhões de sacas, as importações globais tendem a avançar apenas 0,1%, à medida que a demanda é coberta por uma redução nos estoques, disse o USDA em seu relatório bienal.
O USDA estima os estoques finais mundiais em 33,5 milhões de sacas, ante 36,4 milhões de sacas em 2018/19, com uma redução particularmente brusca no Brasil, Indonésia e União Europeia.
Esses estoques compensariam o declínio esperado para a produção mundial, liderado pela retração no Brasil, onde a produção é vista em 59,3 milhões de sacas, contra uma máxima recorde de 64,8 milhões de sacas em 2018/19. A produção de café arábica no Brasil deve cair para 41 milhões de sacas, ante 48 milhões de sacas, devido à bienalidade negativa.
A estimativa para a produção colombiana foi mantida estável, em 14,3 milhões de sacas, enquanto a produção de América Central e México também é vista inalterada, em 19,1 milhões de sacas.
Já o Vietnã, maior produtor mundial do café robusta, deve ter um avanço de 100 mil sacas em sua produção, para um recorde de 30,5 milhões de sacas. (*Reportagem de Ayenat Mersie- Reuters)




