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Os contratos futuros do café acumularam ganhos ao longo desta semana, sendo impulsionados pelos fechamentos de quarta-feira (20) e ontem, quando romperam resistências devido à perspectiva de agentes que haverá déficit na oferta global, em função da menor safra do Brasil, ainda que esses fundamentos não sejam novos.
Diante dessa sensação, as posições vendidas líquidas especulativas foram reduzidas da segunda quinzena de outubro para cá, fornecendo suporte. Na Bolsa de NY, o vencimento mar/2020 avançou 660 pontos, encerrando o pregão de ontem a US$ 1,1625 por libra-peso. Na ICE Europe, o vencimento jan/2020 do robusta subiu US$ 4, negociado a US$ 1.402 por tonelada.
Com o mercado focado nesses fatores, o desempenho do dólar ficou de lado. No acumulado da semana, a moeda permaneceu praticamente estável (-0,02%) e fechou a sessão de quinta-feira a R$ 4,1927.
Em relação ao clima, a Somar Meteorologia informa que uma nova frente fria avança para o Sudeste no sábado, provocando pancadas de chuva, com riscos de temporais, principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Sul de Minas Gerais.
No mercado físico, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) cita que as cotações do arábica acompanharam o movimento internacional e alcançaram o maior valor desde 14 de março de 2017 em termos nominais, cenário que atraiu agentes e elevou a liquidez interna. Para o robusta, os preços permaneceram estáveis e, assim, a liquidez segue limitada.
Os indicadores calculados pela instituição para as variedades arábica e conilon situaram-se em R$ 490,53 por saca e R$ 312,02/saca, respectivamente, com variações semanais de 4,1% e -0,04%.




