Mais lidas 🔥

Turismo capixaba
Montanhas Capixabas destacam cultura e turismo na Feira dos Municípios 2026

Agronegócio
Brasil pode ganhar espaço global com novo projeto do lúpulo

Apicultura rural
Café conilon e abelhas: parceria ganha destaque no campo

Cafeicultura brasileira
Isenção à Embrapa abre novo cenário para o café nacional

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 19 de maio

Depois de operarem em baixa durante boa parte de maio, as cotações do café arábica tiveram forte recuperação na última semana do mês, voltando a fechar acima dos R$ 400,00/sc. Segundo colaboradores do Cepea, esse movimento esteve atrelado à expressiva elevação dos futuros da variedade na Bolsa de Nova York (ICE Futures), devido a movimentos técnicos, à desvalorização do dólar frente ao Real e a preocupações com o clima mais frio e úmido e com a consequente qualidade dos novos cafés no Brasil.
Na terça-feira (04), o Indicador CEPEA/ESALQ do café tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 427,58/saca de 60 kg, expressiva alta de 6,6% em relação à terça anterior, 28 de maio, e o maior patamar desde 11 de fevereiro deste ano, em termos reais (IGP-DI de abril/19).
Com a valorização do arábica, compradores e vendedores voltaram ao mercado, elevando fortemente a liquidez interna. Quanto ao robusta, os preços também subiram, impulsionadas pelo ganho externo na Bolsa de Londres (ICE Futures Europe). A liquidez, no entanto, foi menor do que a observada para o arábica, uma vez que parte dos produtores aguarda novas valorizações para negociar maiores volumes.
O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6 peneira 13 voltou a operar próximo dos R$ 300/saca de 60 kg, o que não era visto desde março deste ano. Nessa terça-feira, 4, o Indicador fechou a R$ 302,37/sc de 60 kg, avanço de 5% em relação à terça anterior, 28.




