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O feijão é um dos alimentos mais nutritivos e tradicionais da culinária brasileira. Democrático e versátil, o grão se apresenta em inúmeras versões e pode ser utilizado em diferentes tipos de prato, o que o torna ideal para ajudar a compor uma dieta variada e equilibrada.
1 – A origem do feijão
Com mais de 40 mil variedades em todo o mundo, o feijão é uma das leguminosas cultivadas há mais tempo pelo ser humano. Registros históricos apontam que o feijão já era consumido há mais de sete mil anos pelos povos americanos, como os maias, incas e astecas, servindo de base para sua alimentação diária junto a outros grãos, como o milho.
2 – Como o feijão chegou ao Brasil
A partir da colonização colombiana, o feijão se difundiu para outros continentes e culturas mundiais, que passaram a consumi-lo com frequência. Essa expansão justifica sua chegada ao Brasil, trazido principalmente pelos portugueses, quando estes aportaram no país em 1500 d.C. Ao longo dos séculos, o feijão se adaptou ao solo e clima brasileiros, e sua produção em larga escala permitiu que a leguminosa se tornasse um dos alimentos de base no país.
3 – Os principais tipos de feijão
Embora existam milhares de tipos de feijão, alguns são cultivados em maior escala e podem ser mais facilmente encontrados. Em virtude de seu vasto território, no Brasil, o consumo das variedades da leguminosa se alterna em cada região, mas em geral, as versões mais populares são o feijão carioca, preto, branco, fradinho e vermelho.
4 – Benefícios do feijão para a saúde
Fonte de proteínas e minerais como o ferro, magnésio e potássio, além de vitaminas como o ácido fólico (folato) e as do complexo B, a nutricionista Dra. Aline Maldonado explica que o feijão jamais deve ser excluído da dieta, principalmente por aqueles que prezam por hábitos de vida saudável. Segundo ela, a falta do feijão pode acabar levando a quadros de má nutrição, com presença de anemia, cansaço físico, sensação de fadiga, irritabilidade e possíveis dores de cabeça.
“O feijão é também um forte aliado na luta contra a obesidade. Seu alto teor de fibras e proteínas proporciona uma sensação de saciedade duradoura, reduzindo a fome e a vontade de ingerir alimentos pouco saudáveis, como os ricos em açúcar. As fibras também ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim e prevenir a constipação, promovem a regularidade intestinal e alimentam as bactérias benéficas do intestino, contribuindo para uma digestão mais eficiente. É um alimento de baixo índice glicêmico, o que previne picos de glicose e insulina, ajudando a controlar o apetite e evitando o acúmulo de gordura”, explica a nutricionista.




