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Mesmo com a grande pressão da mudança climática em todo o mundo, o setor agropecuário segurou a barra e rendeu, ao Brasil, um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 1,25 trilhão, com crescimento de 18,1% no Produto Interno Bruto (PIB) apenas em 2023, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Além de ser a principal fonte de renda para várias famílias, é graças à agropecuária que muitas delas podem levar o alimento do campo à sua mesa. E, justamente por representar uma das economias mais importantes para o Brasil, o agronegócio é um dos setores que mais causam pressão psicoemocional sobre os trabalhadores.
Especialmente com tantas transformações ambientais e climáticas, que podem afetar a indústria agropecuária de uma hora para outra, a Mapa, primeira HRTech brasileira de Human Data Science, alerta a importância de se observar os índices preocupantes de acidentes de trabalho no agronegócio e, principalmente, entender por que esses números são tão altos no setor.
De 2015 a 2017, a Associação de Engenheiros de Segurança do Trabalho registrou que as indústrias que respondem por 87,32% dos acidentes registrados por ano no agronegócio obtiveram uma média de mais de 17,6 mil acidentes ocupacionais no período, com uma frequência acumulada de 93%.
“Os acidentes no agronegócio englobam riscos ergonômicos que muito afetam a saúde física, como exposição a produtos químicos, problemas em maquinários e falhas no plantio. Porém, os fatores psicossociais também se evidenciam quando os profissionais se vêem sobrecarregados com a demanda de esforço físico, o ritmo de alta produtividade do dia a dia e a repetitividade”, explica Nayara Teixeira, Diretora de Operações e Produto da Mapa.
Com a missão de auxiliar seus clientes do setor do agronegócio, incluindo Agronelli, Agro Amazônia S.A, C.Vale e Cooperativa Agroindustrial Copagril, a Mapa tem se destacado ao criar ferramentas e estratégias que investigam a interação entre os aspectos pessoais dos colaboradores, as condições de trabalho e a sua relação com a organização, como é o caso do Inventário Psicossocial.
“O Inventário Psicossocial é aplicado nas empresas para diagnosticar fatores psicossociais que podem desencadear riscos ocupacionais. Por meio dele, as corporações podem entender toda a relação do colaborador com o mundo ao seu redor e identificar os seus aspectos psicossociais, como ansiedade e depressão. Com o resultado, as organizações podem elaborar ações efetivas junto às áreas de Recursos Humanos e Segurança e Saúde Ocupacional, como programas de prevenção de estresse, treinamentos de segurança e condições mais adequadas para a execução das atividades.”
Os diagnósticos da Mapa permitem avaliar não apenas o indivíduo, como também todas as dinâmicas coletivas e organizacionais que afetam a saúde emocional e o comportamento seguro. Há mais de 12 anos no mercado, a HRTech ainda facilita o acesso e a implementação de suas soluções de forma digital e online, de modo que as possam acompanhar e gerenciar os resultados das avaliações em um sistema de gestão centralizado.
“Entendemos que a saúde mental e o bem-estar dos trabalhadores rurais são essenciais para a sustentabilidade do agronegócio e, até mesmo, para a economia do Brasil. Portanto, ela nunca deve ser deixada para trás. E compreender quais são os fatores de risco psicossociais presentes neste contexto de trabalho para criar estratégias preventivas e, assim, reduzir índices de doenças ocupacionais, afastamentos e acidentes de trabalho é o passo inicial para garantir um ambiente de trabalho seguro, digno e, principalmente, produtivo”, conclui a diretora.





