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A computação, uma das mais jovens ciências, anda lado a lado com sua ancestral mais antiga: a agricultura. Essa parceria vai além: fruto das mentes e algoritmos e considerada a evolução da Tecnologia da Informação, a inteligência artificial surgiu para simplificar processos com a execução automatizada de tarefas realizadas pelos seres humanos.
As implicações práticas e filosóficas são muitas. Empregos exigirão mais qualificação e o que antes era feito por vários profissionais, será executado pela máquina de forma mais rápida. O funcionário que era linha de frente, estará atrás das telas e dos comandos.
Mas, no agronegócio, a possibilidade de fazer mais com menos é providencial. Para dar uma ideia, até 2050, a humanidade precisará produzir 60% mais alimentos para alimentar o mundo, segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO). E a inteligência artificial surge no horizonte com novas técnicas, mais baratas e eficazes, de controle de pragas e ervas daninhas e irrigação mais eficiente.
Uma reportagem da Forbes cita, como exemplo, a empresa Trapview. Especializada em monitoramento digital e armadilhas, o grupo construiu um dispositivo que captura e identifica pragas que assolam plantações. E mais: depois de identificar o problema, o local de incidência é mapeado e os agricultores são alertados, o que permite que os produtores reajam mais rapidamente e de forma direcionada para conter os danos.
Sempre antenado com o espírito dos tempos, o Anuário do Agronegócio Capixaba 2024 terá como tema a inteligência artificial e as implicações na agricultura. Quais tecnologias já estão em uso no Espírito Santo e quais devem chegar, em breve, ao Estado? O que isso vai implicar nos empregos e quais qualificações precisam – ou já estão – no foco das instituições de ensino? Quem serão os protagonistas dessa nova era que se desenrola sob nossos olhos?
“Algumas dessas questões ainda têm respostas vagas, porque estamos escrevendo a história à medida em que ela acontece. Nosso papel, como jornalistas do agronegócio, é suscitar a discussão, abrir espaço para novas ideias e, principalmente, mostrar ao mundo como a agricultura, a mais antiga das ciências, pode ser vanguarda em qualquer tempo”, finaliza a editora da Conexão Safra e do Anuário do Agronegócio Capixaba, Kátia Quedevez.





