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A rentabilidade na produção de milho nos últimos anos teve o custeio positivo acima do índice de inflação na maioria das localidades produtoras. A constatação é de estudo feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (13), que traz uma análise dos custos de produção e da rentabilidade nos anos-safra 2007 a 2017.
A pesquisa leva em conta também a influência dos preços como incentivo para maiores investimentos dos produtores, ano a ano, em estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste, Sul e Nordeste. Outros resultados, além da rentabilidade, se estendem à evolução da produtividade, área e produção das duas safras na maioria dos estados analisados.
Com referência à rentabilidade do milho 2ª safra, os maiores resultados positivos ocorreram em Mato Grosso e Goiás, no ano de 2011, e em localidades do Paraná e Rio Grande do Sul, em 2016. Mas pontua também locais de baixo rendimento em alguns anos em Rio Verde/GO, Londrina/PR, Primavera do Leste/MT e Unaí/MG. Já o de 1ª safra teve melhor rendimento em 2015/16 para áreas produtoras de Campo Mourão/PR e Passo Fundo/RS.
O compêndio aponta outras situações que merecem aprofundamento de estudos, como a perspectiva de incremento da produtividade, o aumento dos custos no momento da alteração dos pacotes tecnológicos e o comportamento da sazonalidade dos preços recebidos pelo produtor.
Acessea íntegra do estudo.
fonte: Conab





