Mais lidas 🔥

Relatório IMBR Agro
El Niño na safra 2026/2027: saiba como ficarão as chuvas em cada região e qual será o mês mais crítico

Empreendedorismo no café
Empreendedor transforma Kombi em ponto de venda dos cafés de qualidade que ele mesmo produz

Redes sociais
Brasil terá um megaterremoto em setembro? Rede Sismográfica desmente previsão

28 de julho, Dia do Agricultor
O café que trouxe uma geração de volta ao sítio centenário

Infraestrutura a serviço do agro
Complexo logístico com pista de pouso deve reunir mais de 20 empresas em Pinheiros

A Administração Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA) atualizou seu relatório sobre as condições climáticas e indicou que a probabilidade de formação do La Niña durante a primavera no Hemisfério Sul subiu para 56%. Com isso, o fenômeno entrou no estágio de “watch”, ou alerta, conforme a classificação do órgão. O documento aponta que as temperaturas da superfície do mar no Oceano Pacífico Equatorial já apresentam características típicas do La Niña.
O setor agrícola brasileiro deve se preparar para os efeitos do resfriamento do oceano. No Sul, o risco maior está na semeadura, devido à irregularidade das chuvas. No Norte, produtores precisam ficar atentos à logística agrícola, diante da elevação dos níveis dos rios. Já no Sudeste, as temperaturas devem ficar abaixo da média, o que pode prejudicar o desenvolvimento de algumas culturas e trazer a possibilidade de ondas de frio. As informações são do Climatempo.

O que é La Niña e como ele afeta o clima
O La Niña é um fenômeno climático caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, que altera padrões atmosféricos e afeta o clima em diferentes regiões do planeta. No Brasil, os reflexos são sentidos especialmente no inverno e na primavera, com mudanças na distribuição de chuvas e nas ondas de frio.
Neste inverno, as baixas temperaturas registradas já indicavam sinais de influência de uma “quase” La Niña, que favorece a entrada de massas de ar polar, principais responsáveis por episódios de frio intenso no sul do país. De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa para o Clima e Sociedade (IRI), da Universidade de Columbia, caso o fenômeno se estabeleça, pode persistir até o início do verão, voltando gradualmente à neutralidade climática.





