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Na parcial de maio (1° a 22/05), opreço do mamãorecuou nas regiões produtoras. Isso porque a colheita da fruta aumentou e o mercado doméstico segue enfraquecido diante da pandemia dacovid-19. Além disso,limitações logísticas têm afetado as exportações. Como resultado, sobras e perdas foram observadas na roça, especialmente para a variedade formosa, que possui maior oferta.
Ohavaítipo 12 a 18 foi vendido por R$ 0,49/kg no Sul da Bahia na parcial deste mês, valor 60% inferior ao do passado. Já oformosaregistrou valor de R$ 0,27/kg no Norte do Espírito Santo, queda de 26% na mesma comparação. Destaca-se que a desvalorização da última variedade foi menor, pois seus preços já estavam mais baixos em abril.
Ambos os preços estãoabaixo do custo de produção estimado pelos produtores, o que tem desanimado o setor. Para minimizaressas perdas, alguns produtores relataram que estão armazenando frutas em câmaras frias. Para o próximo mês, o clima mais ameno de inverno pode desacelerar a maturação das frutas nas regiões produtoras, evitando maiores perdas em campo.


