Mais lidas 🔥

Produção de peixes
Gigante da tilápia: cooperativa finaliza unidade com capacidade para 20 toneladas diárias

Reconhecimento Internacional
Azeite do Espírito Santo ganha medalha de ouro em concurso internacional

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Alerta para produtores
Como agir após o granizo? Veja as orientações para produtores de café

Infraestrutura Hídrica
Barragem é inaugurada e reforça segurança hídrica em Aracruz

As cotações do café conilon/robusta sofreram pressão em outubro, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A melhora nas condições das lavouras brasileiras e o início da safra no Vietnã, maior produtor mundial da variedade, contribuíram para a queda dos preços.
O Indicador Cepea/Esalq do conilon/robusta tipo 6, peneira 13 acima, registrou uma redução de R$ 80,73/saca de 60 kg em relação a setembro, encerrando o mês em R$ 1.416,72/saca. Apesar da queda, este valor ainda representa o segundo maior valor mensal real da série histórica, quando ajustado pela inflação.
Arábica em alta
Enquanto isso, o café arábica apresentou um comportamento diferente. O Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, avançou 1,1% em relação a setembro, atingindo a média de R$ 1.490,14/saca.
A alta do arábica está ligada a perspectivas de oferta restrita no curto prazo, devido ao estado debilitado dos cafezais brasileiros. Além disso, a desvalorização do real também contribuiu para a valorização da variedade.
Segundo pesquisadores do Cepea, a expectativa para a próxima safra de arábica no Brasil ainda é negativa, o que pode continuar sustentando os preços da variedade no curto prazo. Já para o robusta, a tendência é de maior oferta nos próximos meses, o que pode pressionar ainda mais os preços.





