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As exportações dos Cafés do Brasil, no caso específico em destaque, exclusivamente dos classificados como cafés diferenciados, que são os que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis, totalizaram um volume físico equivalente a 8,79 milhões de sacas de 60kg, no acumulado de doze meses, neste ano-cafeeiro que se encerra de julho de 2023 a junho de 2024.
Com preço médio da saca vendida a US$ 229,15, tais exportações dos diferenciados geraram US$ 2,01 bilhões de receita cambial, a qual correspondeu a 20,5% do total que foi arrecadado com as exportações de todos os tipos dos Cafés do Brasil no período. Nesse mesmo contexto, constata-se que as exportações dos cafés arábicas diferenciados arrecadaram próximo de US$ 1,90 bilhão de receita, que representa 94% do total, enquanto que os cafés robustas diferenciados obtiveram US$ 119,71 milhões (6%), no mesmo ano-cafeeiro em destaque.
Os seis principais importadores dos cafés diferenciados do Brasil, no período em análise, foram: EUA, em primeiro lugar, com volume físico equivalente a 1,85 milhão de sacas de 60kg, que corresponderam a 21,1% dessas exportações; na sequência, vem a Alemanha, com 1,54 milhão de sacas (17,5%); Bélgica, em terceiro, com 957,99 mil sacas (10,9%); Holanda, em quarto, com 649,96 mil sacas (7,4%).
Na sequência, na quinta colocação destaca-se o Reino Unido, com 376,87 mil sacas (4,3%); e, na sexta posição desse ranking, figura a Itália que adquiriu 310,55 mil sacas, as quais representaram 3,5% dessas exportações. Por fim, vale registrar que os dez maiores países importadores de cafés diferenciados adquiriram 77,6% dessas vendas.




