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As exportações brasileiras de café alcançaram um marco histórico nos primeiros três meses da safra 2024/2025. De julho a setembro, o país embarcou 12,05 milhões de sacas, um volume nunca antes registrado para o período, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
A forte demanda internacional, especialmente pelo café conilon, impulsionou esse resultado expressivo. Problemas na produção do Vietnã, maior produtor mundial de robusta (sinônimo de conilon), e dificuldades no envio de café para a Europa direcionaram os compradores para o Brasil.
Com a alta demanda e a oferta mais restrita, os preços do café dispararam no mercado interno. De acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o indicador do arábica subiu 50% e o do conilon, 87,7% em 2024.
A valorização do café brasileiro, principalmente do conilon, tem sido um dos destaques do setor neste ano, impulsionando a economia de diversas regiões produtoras.





