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Em seu segundo ano aparecendo nas estatísticas, a soja teve um grande aumento de área colhida e produção no Espírito Santo. Se em 2022 foram apenas 80 hectares destinados à cultura, em 2023 o número saltou para 1.000 hectares, o que fez com que a produção subisse de 80 para 3.780 toneladas. O rendimento médio também aumentou nas terras capixabas, passando de 2.500 quilos para 3.780 quilos por hectare.
O valor da produção passou de R$ 563 mil em 2022 para R$ 5,6 milhões em 2023, com uma variação de 894,1%, reforçando o potencial da soja como commodity no Espírito Santo. Em solo capixaba, a produção se concentra nos municípios de Pinheiros (66,67%) e Montanha (33,33%), ambos no Norte do Estado, região considerada mais propícia para o plantio da cultura.
Outros municípios, como São Mateus, Jaguaré, Linhares e Conceição da Barra também têm potencial para a expansão, devido às condições climáticas e de solo mais adequadas para o cultivo, incluindo temperaturas e precipitações pluviométricas favoráveis, segundo informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).
Trigo também prospera
A aposta no trigo também é recente. Em 2021, produtores de Pinheiros, no Norte do Estado, fizeram o primeiro plantio. Dados mostram que, em 2023, foram produzidas 1.566 toneladas do grão, numa área de 380 hectares e com rendimento médio de 4.121 quilos por hectare. Assim como a soja, a produção está concentrada nos municípios de Montanha e Pinheiros. O primeiro, respondendo por 78,54% dos grãos e o segundo, por 21,46%.




