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A primeira reunião para formar o comitê de segurança rural ocorreu nesta quarta-feira (02), reunindo representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), da Associação Agricultura Forte, do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) e da Polícia Militar. O encontro ocorreu na sede da SESP.
Em pauta, os retornos das solicitações feitas pelo setor agro ao Governo do Estado, no que tange a segurança nas regiões rurais do Espírito Santo.
Um dos encaminhamentos é que o Governo do ES criará uma portaria para que o comitê se reúna permanentemente, de forma mensal, para que seja feito o acompanhamento das ações de segurança e os encaminhamentos necessários que surgirem, com avaliação e contribuição dos órgãos que integram o comitê.
O Coronel Márcio Celante Weolffel, que presidiu a reunião, deixou claro que as ações serão de curto e médio prazo. Amanhã (03), um ofício de criação do comitê será encaminhado ao Comando Geral e será levado ao Governador. A sugestão da FAES, de expansão da Operação Colheita para que seja estendida o ano inteiro, está incluída no material.
O vice-presidente da FAES, Wesley Mendes, também reforçou alguns pedidos. “Solicitamos a expansão do policiamento para o horário noturno, demanda que está em estudo por parte da Polícia Militar. Também pedimos que o Boletim Online seja avaliado pela TI que atende a Secretaria de Segurança, para saber se é possível torná-lo amigável ao mobile”, disse.
O presidente do Sindicato Rural de Jaguaré, Jarbas Nicoli, contribuiu com o alerta para a busca e investigação dos receptadores dos materiais de cobre e alumínio, que têm sido roubados de transformadores e a conjuntos de irrigação, e que causam um enorme prejuízo aos produtores rurais da região Norte.
Atenção especial para a criação do grupo de trabalho técnico, de inteligência e estratégia para elaboração do Plano Estadual de Segurança Rural com as contribuições do setor produtivo também foi destacada no encontro.
A médio prazo, a Federação da Agricultura capixaba aguarda a conclusão do Plano pronto, que está previsto para ser desenvolvido em torno de 120 dias.




