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A colheita do café Conilon já começou no Espírito Santo. Os trabalhos adiantados foram porque o clima também antecipou a maturação dos grãos.
“Até dezembro, teve muita chuva e adiantou o café. Aí em janeiro e fevereiro veio o sol, as altas temperaturas e isso fez o café chegar (ainda) mais rápido”, diz o produtor Romário de Medeiros da Silva.
Mas a safra não deve render como o esperado: é que o clima também prejudicou a qualidade dos grãos.
De acordo com a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada em janeiro, o Espírito Santo deveria colher até 11 milhões de sacas neste ano. Mas, com o grão prejudicado, o montante deve ficar em torno de 9 milhões.
A consequência está na hora de vender: com pouca qualidade, o café fica ainda mais desvalorizado. A saca de 60 quilos, que no ano passado foi vendida por R$ 310, ainda não chegou a R$ 300 nesta safra.
Além da qualidade dos grãos, a grande oferta de café no mercado internacional também está ajudando a derrubar os preços. (*Fonte: G1/Globo Rural)




