Mais lidas 🔥

Onda de frio
Uma das mais fortes massas de ar frio do ano pode alcançar o Espírito Santo nos próximos dias

Pesquisa científica
Estudo encontra anomalias em 60,5% dos peixes analisados no norte do ES

Café especial
Família de Mimoso do Sul cria linha de cafés especiais inspirada na história dos produtores

Cafés especiais
Um só Caparaó: produtores de ES e MG se unem na Semana Internacional do Café 2026

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 17 de agosto

Um incêndio de grandes proporções, na manhã da última segunda-feira (29), no Córrego Paranazinho, interior de Pancas, Noroeste do Espírito Santo, deixou um rastro de prejuízos por onde passou. O fogo começou por volta das 9h e destruiu pastagens, áreas de preservação ambiental, lavouras de eucalipto e de café.
A área total queimada, de acordo com a Defesa Civil do município, foi de aproximadamente 15 alqueires, o que corresponde a 63 campos de futebol. Ainda segundo informações do órgão, o incêndio foi causado pela queima de lixo em uma propriedade vizinha. Devido à vegetação seca na região, o fogo se alastrou rapidamente.
Quatro propriedades rurais foram atingidas, entre elas o Sítio São Sebastião, do produtor José Luiz Mapeli, a mais prejudicada. As chamas atingiram a lavoura de café, o sistema de irrigação e a vegetação em uma área preservada da propriedade. O prejuízo, conforme estimativa do produtor, pode chegar a R$ 20 mil.
“Estamos calculando de R$ 15 a R$ 20 mil de prejuízo. Isso contando somente o café e as mangueiras, mas quando queima a vegetação também fica um prejuízo. Para você formar um pé de café, até chegar na hora de produzir, é muito trabalhoso, e na hora de você tirar o seu lucro, vem um fogo, do nada, e queima tudo, a gente fica muito triste sim”, relata o produtor.
A orientação da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros é que a queima de lixo seja evitada, especialmente em épocas secas.






