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O curso de Engenharia Industrial Madeireira da Ufes, que funciona no campus de Alegre, recebeu a nota máxima na avaliação realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no final do mês de outubro. Na avaliação anterior, de 2014, a nota era 4; agora subiu para 5.
“Ficamos satisfeitos com a notícia, isso mostra que possuímos boa estrutura física e profissional para atuar no preparo dos nossos alunos para o mercado”, afirmou o coordenador do curso, professor Jordão Moulin.
Segundo a secretária de Avaliação Institucional da Ufes, Leila Massaroni, entre os pontos fortes que garantiram o bom resultado estão as condições dos laboratórios, que foram reformados e ampliados, e as melhorias da estrutura física de todo o Centro de Ciências Agrárias e Engenharias (CCAE), onde o curso está instalado, além da atualização do Projeto Político-Pedagógico (PPC) para atender à legislação vigente. “Não podemos deixar de ressaltar também o comprometimento dos docentes para a qualificação do ensino”, completou Massaroni.
Histórico
Criado em 2006, o curso abre 40 vagas para engenheiro industrial madeireiro por ano. Esses profissionais desenvolvem conhecimento e habilidades para que esse recurso natural seja manejado de forma sustentável, processado para obter maior rendimento e melhor qualidade no produto final.
“O curso possui o ciclo básico de engenharia nos quatro primeiros períodos; os demais compõem o ciclo específico, com disciplinas da áreas de Engenharia de Produção e de Madeira, como Celulose e Papel, Estrutura de Madeira e Energia da Biomassa”, explica Moulin.
Ele salienta que o aluno é preparado para atuar no setor de produção de indústrias do segmento madeireiro ou em outras indústrias, com atuações em áreas como planejamento e controle de produção e de logística. “O diferencial do curso atualmente é a posição no mercado de trabalho. O setor florestal no Brasil está em constante crescimento. Com isso, nossos alunos estão conseguindo se inserir em ótimas indústrias após a graduação”, afirma.





