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Dados recém apresentados pelas associações setoriais (Abiec e APBA) revelaram mais uma vez a importância dos países árabes para a pauta exportadora para as carnes bovina e frango. Segundo o CEO da SIILHalal, Chaiboun Darwiche, os números demonstram que ao longo dos anos a indústria de carne nacional construiu um bom relacionamento comercial. Emirados Árabes Unidos, Egito e o Reino da Arábia Saudita, por exemplo, há anos permanecem no ranking de principais destinos. Por isso a importância da certificação Halal, pois é ela que atesta se um determinado produto está dentro das conformidades exigidas pela jurisprudência islâmica, ou seja, se é permitido para o consumo dos consumidores muçulmanos”, revela.
Segundo ele, mesmo com oscilações ao longo desse percurso, o mercado para produtos Halal é promissor devido ao crescimento de religião ao redor do mundo. “Vimos que de maio a junho deste ano as exportações de carne de frango para o Oriente Médio por exemplo foram de US$ 844 milhões, participação de 20%. Quando olhamos para o comércio da carne bovina para este bloco econômico o valor chegou a US$ 270 milhões representando 6,3%”, detalha.
Chaiboun Darwiche exemplifica que a certificação Halal nada mais é que o passaporte para acessar os consumidores muçulmanos ao redor mundo. “Quando falamos de proteínas de origem animal permitida para o nosso consumo, já temos a vantagem de sermos o maior país exportador de carnes bovina e frango Halal. As empresas devem compreender que a certificação é uma grande oportunidade para ampliarem o acesso de seus produtos para este público específico”, salienta e revela: “temos acompanhado uma grande procura de indústrias de carne bovina por informações sobre os requisitos para obter a certificação. Somente nos primeiros seis meses deste ano tivemos um incremento de 15% na abertura de novos negócios, ou seja, pessoas que vislumbraram o potencial deste mercado”, completa.
Foto de capa: SIILHalal





