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Os estoques de suco de laranja em poder das empresas vinculadas à Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) fecharam a safra 2019/20, encerrada em 30 de junho, em 471.138 toneladas, salto de 86% no comparativo anual, mas devem cair até 49% ao final desta temporada pressionados por um recuo na oferta da fruta.
Máquina de seleção de laranjas em Limeira (SP) 13/01/2012 REUTERS/Paulo Whitaker
“Confirmamos o aumento do estoque que vinha sendo previsto nos relatórios anteriores e agora, devido à bienualidade da safra, que será 25,6% menor, voltamos com a tendência de redução para junho do ano que vem ”, disse em nota o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.
Para o final do atual ciclo, em 30 de junho de 2021, a associação estima que os estoques “de passagem ” de suco devem ficar entre 240 mil e 280 mil toneladas equivalente a 66°Brix (FCOJ equivalente).
Com base em dados do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), a CitrusBR ressalta que a safra atual está estimada em 287,76 milhões de caixas de 40,8 quilos, ante 386,79 milhões produzidas na safra 2019/20.
Quanto à produtividade para esta temporada, estima-se que sejam necessárias cerca de 268 caixas para a produção de uma tonelada de suco FCOJ equivalente.
“Com isso, é possível estimar uma produção de cerca de 887.164 toneladas na safra 2020/21 ”, disse o levantamento.
“Se confirmado, o volume representará uma queda de 26,2% em relação às 1.202.792 toneladas produzidas na safra 2019/20. A próxima revisão deve acontecer em fevereiro de 2021 ”, acrescentou.
Quanto à demanda externa, Netto afirmou que a projeção para 2020/21 é de estabilidade.
“Seremos conservadores, mesmo que tenhamos tido aumento de exportações no último ano safra e que o varejo americano esteja ainda 21% acima do mesmo período do ano passado ”, disse.
As exportações totais de suco de laranja brasileiro avançaram 17% na safra 2019/20, para 1,07 milhão de toneladas, puxadas pela ampla disponibilidade de oferta e preços mais competitivos.




