Mais lidas 🔥

Empreendedorismo rural
Enfermeira deixa a profissão para apostar nos cafés especiais e no turismo de experiência

Estudo da Nature
Floresta ao redor de “cidade perdida” da Amazônia guarda marcas de agricultura

Pesquisa agrícola
Estudo avalia cultivo de baru junto ao café e outras culturas

Café especial
Das mãos para a xícara: o trabalho artesanal que revelou um café campeão

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 20 de julho
.jpg)
“A questão não é o abastecimento, mas sim a demanda. Estamos com abates ociosos, os supermercados estão bem abastecidos, mas cadê o consumidor? Não aguentamos mais esta situação ”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Salazar.
Representado o setor de carnes do País, Salazar continua confinado em sua residência em Curitiba, mas absolutamente inconformado com a situação.
“Não é possível continuarmos com essa irracionalidade. É preciso selecionar os grupos de riscos, mantê-los em isolamento, e liberarmos a produção e o consumo dos demais. A vida tem de voltar ao normal no Brasil ”.
O presidente da Abrafrigo estima em dez dias, no máximo, a data-limite para o retorno do comércio à normalidade.
“Os pecuaristas estão com bons pastos, a engorda continua, mas precisamos restabelecer a normalidade nas áreas urbanas. Por isso vejo como inevitável os pecuaristas pressionarem seus sindicatos, que irão pressionar as federações que, por sua vez, vão pressionar as confederações (CNA, CNI) para que o comércio reabra, e tudo volte ao normal ”.
Salazar insiste que algo precisa ser feito em no máximo dez dias. A partir daí, segundo suas previsões, as quebradeiras serão inevitáveis. “Temos de preservar a saúde das pessoas, mas temos também de preservar a saúde da economia do País ”, alertou.
Assista aqui a entrevista com o presidente da Abrafrigo.




