Mais lidas 🔥

Reaproveitamento
Sustentabilidade: borra de café vira adubo orgânico

Viticultura capixaba
Produção de uvas ganha espaço em Jerônimo Monteiro

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 13 de julho

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 10 de julho

Experiências no campo
Entre montanhas e sabores: novo roteiro turístico encanta visitantes em Linhares

Apesar de a colheita de café ter sido iniciada no Brasil – cenário que, geralmente, acaba pressionando os valores de negociação –, o mercado doméstico tem apresentado reação nos preços. Segundo pesquisadores do Cepea, a influência vem do contexto internacional, em especial das condições produtivas do Vietnã. Pesquisadores do Cepea indicam que o país asiático, que é o maior produtor mundial de robusta, tem atravessado um período de clima seco, e isso deve resultar em importantes consequências para a colheita local.
E a possibilidade de a disponibilidade total de café ao fim da safra 2024/25 ficar aquém do necessário, por sua vez, tem elevado os preços do café brasileiro. No Brasil, o clima tem ajudado no andamento da colheita, que ainda está ganhando ritmo – levantamento do Cepea mostra que, até o momento, o total colhido equivale a menos de 20% da produção esperada. Tanto para o arábica quanto para o robusta, os relatos de grãos mais miúdos e com problemas de formação têm sido muito frequentes, mas essas condições podem melhorar conforme a colheita avançar.




