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O agronegócio é um pilar fundamental para a economia do Espírito Santo, responsável por uma parcela significativa de nossa atividade produtiva e exportações. Quando enfrentamos desafios que impactam diretamente esse setor, é preciso que o Governo atue de forma rápida e eficaz para minimizar os efeitos negativos e garantir a continuidade das atividades.
Foi exatamente isso que fizemos diante do recente “tarifaço” que abalou o segmento, com a imposição de altas tarifas de importação por parte dos Estados Unidos. Sabíamos que essa medida traria graves consequências para nossos produtores rurais e empresas do agro, afetando diretamente suas receitas e fluxo de caixa.
Nesse momento, adotamos uma série de medidas emergenciais para apoiar o setor e mitigar os impactos dessa crise. Uma delas foi a possibilidade de utilizar ou transferir créditos acumulados de ICMS decorrentes de exportação, no valor total de até R$ 100 milhões. Essa iniciativa visou fornecer liquidez imediata às empresas, evitando que elas enfrentassem dificuldades financeiras.
Além disso, o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) desempenhou um papel crucial nesse momento. O banco implementou a suspensão temporária das prestações de financiamento por até seis meses, dando fôlego adicional às empresas. Paralelamente, o Bandes disponibilizou linhas de crédito para capital de giro e exportação, com o objetivo de suprir os efeitos de curto prazo no fluxo de caixa das companhias e garantir a manutenção de suas atividades.
É importante destacar que essas linhas de crédito são destinadas especificamente às empresas capixabas com faturamento de até R$ 20 milhões e que exportam produtos para os Estados Unidos. Dessa forma, asseguramos que as pequenas e médias empresas, tão vitais para a economia de nosso estado, recebam o apoio necessário durante esse período de turbulência.
Acredito firmemente que o agronegócio é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Espírito Santo. Nossos produtores rurais e indústrias do setor agroalimentar são responsáveis por gerar empregos, renda e riqueza em diversas regiões do estado. É nosso dever, como Governo, zelar por esse setor e garantir que ele continue a prosperar, mesmo diante de desafios externos.
Por isso, continuaremos a trabalhar em parceria com o setor produtivo, buscando soluções inovadoras e fortalecendo os elos dessa importante cadeia. Juntos, vamos superar os obstáculos e construir um futuro ainda mais próspero para o agronegócio capixaba.





