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O agronegócio capixaba vive um novo momento, marcado pela valorização da qualidade, pelo avanço tecnológico, pela sustentabilidade e pela busca por maior agregação de valor aos produtos do campo.
Em 2026, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, tem reforçado, em agendas com produtores rurais, pesquisadores, técnicos e lideranças do setor, que o agro exerce papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do estado.
Durante as cerimônias de abertura das colheitas de café conilon e arábica, o governador destacou a força da cafeicultura capixaba, o protagonismo das propriedades de base familiar e a importância da pesquisa e da assistência técnica para transformar conhecimento em produtividade, qualidade e renda no campo.
Com uma trajetória marcada pela proximidade com as regiões produtoras, Ferraço defende que o futuro da agricultura capixaba passa pela união entre tradição, ciência e inovação.
Confira a entrevista:
Conexão Safra: Governador, qual a importância do café para o Espírito Santo e para a economia capixaba?
Ricardo Ferraço: O café é uma das grandes forças do Espírito Santo. É uma atividade que movimenta a economia de dezenas de municípios, gera emprego, renda e oportunidades para milhares de famílias. Temos orgulho da nossa cafeicultura e da capacidade dos produtores capixabas de evoluírem, buscando cada vez mais qualidade, produtividade e inovação.
Conexão Safra: A agricultura familiar tem uma participação muito forte na cafeicultura estadual. Como o senhor avalia esse papel?
Ricardo Ferraço: Quem lidera a produção de café no Espírito Santo são as propriedades de base familiar. São famílias que trabalham todos os dias, cuidam da terra, buscam conhecimento e incorporam tecnologia para melhorar seus resultados.
O fortalecimento do produtor passa justamente por levar informação, assistência técnica, inovação e políticas públicas que permitam aumentar a produtividade e melhorar a renda no campo.
Conexão Safra: Qual a importância do Incaper nesse processo de transformação do agro capixaba?
Ricardo Ferraço: Os profissionais do Incaper estão no dia a dia ajudando nossos produtores rurais. Eles têm papel fundamental na transferência de conhecimento, na orientação técnica e na chegada da inovação às propriedades.
A pesquisa e a assistência técnica são ferramentas essenciais para que o produtor possa produzir mais, com qualidade e sustentabilidade.
Conexão Safra: O café conilon é um dos símbolos da agricultura capixaba. Como o governo enxerga o futuro dessa cadeia produtiva?
Ricardo Ferraço: O café conilon capixaba tem uma história de evolução muito importante. Hoje, além de quantidade, buscamos cada vez mais qualidade e agregação de valor.
O Espírito Santo avançou muito em produtividade, tecnologia e qualidade. O desafio agora é continuar valorizando a origem do nosso produto e ampliar as oportunidades para quem produz.
Conexão Safra: O senhor tem destacado que o produtor está cada vez mais conectado à tecnologia. Como essa transformação impacta o campo?
Ricardo Ferraço: É muito importante ver nossos produtores buscando conhecimento e tecnologia para agregar valor aos seus produtos. O campo capixaba está cada vez mais preparado, mais profissional e mais competitivo.
A agricultura moderna exige conhecimento, planejamento e inovação. E o Espírito Santo tem mostrado que é possível produzir com qualidade, eficiência e sustentabilidade.
Conexão Safra: Qual mensagem o senhor deixa para os produtores rurais capixabas?
Ricardo Ferraço: A mensagem é de valorização e reconhecimento. O produtor rural é fundamental para o desenvolvimento do Espírito Santo.
O nosso compromisso é continuar aproximando o governo de quem produz, fortalecendo a assistência técnica, incentivando a inovação e criando condições para que o campo continue avançando.
O desenvolvimento do Espírito Santo passa pelo interior, passa pelo agricultor e passa pela nossa capacidade de transformar conhecimento em oportunidades.
Conexão Safra: O agro capixaba vive um novo ciclo?
Ricardo Ferraço: O Espírito Santo tem uma agricultura forte, diversificada e com grande capacidade de crescimento. O futuro passa pela produtividade, pela sustentabilidade e pela valorização da qualidade dos nossos produtos.
Precisamos continuar transformando qualidade em oportunidade e fazendo com que os avanços do agro cheguem cada vez mais às famílias que vivem e trabalham no campo





