Mais lidas 🔥

Empreendedorismo no café
Empreendedor transforma Kombi em ponto de venda dos cafés de qualidade que ele mesmo produz

Dia do Agricultor
Do concreto ao cafezal: uma história de transformação no interior capixaba

28 de julho, Dia do Agricultor
O café que trouxe uma geração de volta ao sítio centenário

Redes sociais
Brasil terá um megaterremoto em setembro? Rede Sismográfica desmente previsão

Política agrícola
Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau

A carne suína ganhou competitividade em relação às proteínas bovina e de frango neste mês de maio, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento foi impulsionado pela queda nos preços da carcaça suína no atacado, em um cenário de demanda interna enfraquecida.
De acordo com o Cepea, na parcial de maio até o dia 26, o preço da carcaça especial suína negociada no atacado da Grande São Paulo apresentou recuo de 3,7% em comparação com a média de abril. O valor médio ficou em R$ 8,68 por quilo, o menor patamar real registrado desde outubro de 2018, quando o produto foi comercializado a R$ 8,54/kg, considerando os valores corrigidos pelo IPCA de abril de 2026.
Segundo os pesquisadores do Cepea, a retração nos preços está diretamente ligada ao consumo doméstico mais fraco, situação que vem sendo observada ao longo de praticamente todo o ano. Com menor procura no mercado interno, os preços da proteína suinícola perderam força no atacado.
Nesse contexto, a diferença de preços entre a carcaça bovina e a suína alcançou R$ 16,56 por quilo, avanço de 2,1% frente ao registrado em abril. Ainda conforme o Cepea, esse é o maior diferencial da série histórica iniciada em 2004, em termos reais, o que reforça a competitividade da carne suína diante da bovina.
Já em relação à carne de frango, o diferencial de preços diminuiu de forma significativa. A diferença caiu 23,4% entre abril e a parcial de maio, chegando a R$ 1,39 por quilo. Trata-se do menor resultado desde abril de 2022, quando o indicador havia ficado em R$ 1,15/kg.
O Cepea destaca que, quanto menor a diferença de preços entre as proteínas, maior tende a ser a competitividade da carne suína no mercado. Com isso, o atual cenário favorece a proteína suinícola na disputa pelo consumo das famílias brasileiras.





