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Herbicida mais utilizado no mundo, o glifosato não deve ser classificado como substância cancerígena. A conclusão foi anunciada essa semana pela Agência Europeia de Produtos Químicos (ECHA), que chegou ao resultado final “baseada em testes realizados com humanos e animais ”.
“O RAC (Comité de Avaliação de Riscos da ECHA) concluiu que a avaliação científica provou que não há um critério para classificar o glifosato como cancerígeno, mutagênico ou tóxico para a reprodução ”, afirma um comunicado oficial no site da Agência, que tem sede em Helsinque, Finlândia.
A ECHA sustenta que chegou a estes resultados da avaliação “por consenso ”, e adiantou que essa deliberação “deverá levar a Comissão Europeia a relançar o procedimento para a renovação da licença desta substância utilizada como herbicida. ”
O parecer foi solicitado pela Comissão Europeia (CE) após a falta de um consenso entre os peritos da entidade e representantes dos países-membro, que em junho de 2016 analisaram a proposta de prorrogar a autorização de uso no território da Comunidade por mais nove anos. Na ocasião foi prorrogada a utilização provisoriamente por 18 meses (até ao final de Dezembro de 2017).
Fonte: Agrolink





