Mais lidas 🔥

Empreendedorismo rural
Enfermeira deixa a profissão para apostar nos cafés especiais e no turismo de experiência

Pesquisa agrícola
Estudo avalia cultivo de baru junto ao café e outras culturas

Café especial
Das mãos para a xícara: o trabalho artesanal que revelou um café campeão

Tempo e agronegócio
El Niño pode trazer calor, chuva irregular e ameaça a lavouras de café e cacau no Espírito Santo

Estudo da Nature
Floresta ao redor de “cidade perdida” da Amazônia guarda marcas de agricultura

Cerca de 40 agricultores e interessados na cultura do maracujá participaram, na sexta-feira (3), de um Dia Especial realizado no distrito de Calogi, no município da Serra. Promovido pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), em parceria com a Prefeitura Municipal, o encontro orientou os produtores sobre práticas de cultivo que contribuem para tornar a atividade mais produtiva, segura e sustentável.
A programação foi aberta com uma palestra sobre recomendações técnicas para o plantio do maracujazeiro-azedo no Espírito Santo, ministrada pelo pesquisador e coordenador de Produção Vegetal do Incaper, Marlon Dutra Degli Esposti, doutor em Fitotecnia e Fruticultura.
Na sequência, os participantes acompanharam uma palestra sobre o controle fitossanitário da cultura, com foco nas principais pragas e doenças, especialmente a fusariose e o vírus do endurecimento dos frutos. O tema foi apresentado pelos pesquisadores do Incaper Renan Batista Queiroz, doutor em Entomologia, e Priscila Raiane Assunção de Andrade, doutora em Fitopatologia.
A capacitação integra as ações do projeto “Desenvolvimento da Passicultura no Estado do Espírito Santo por meio da utilização de mudas resistentes à Fusarium spp.”, desenvolvido com apoio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).
“Buscamos capacitar os produtores que já cultivam maracujá e também incentivar novos agricultores a investir na cultura, contribuindo para ampliar a área plantada no Estado. Hoje, grande parte da demanda capixaba por frutos é atendida por outros estados, principalmente pela Bahia. Estamos incentivando a adoção de novas tecnologias para fortalecer a produção estadual e aumentar a competitividade da passicultura capixaba”, destacou Marlon Dutra, coordenador do projeto.





Comentários 0