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A volta da especulação no mercado para a possibilidade de importação de café para atender a Indústria não convenceu o Conselho Nacional do Café (CNC). Nesta segunda-feira (21), a reunião extraordinária do colegiado em Ribeirão Preto (SP) atestou que o argumento apresentado para derrubar a barreira que impede a importação não se sustenta.
“”Na quarta-feira vamos finalizar esse posicionamento na Confederação Nacional da Agricultura. O CNC fará documento ao Governo Federal repudiando qualquer hipótese de importação de café, tendo em vista, que conforme já havíamos antecipado, existe sim, estoque suficiente para atender o indústria, tanto de torrado e moído, quanto de solúvel. O que não há é para especular, mas para atender a demanda da Indústria existe sim””, destaca o deputado Federal Evair de Melo (PV-ES), que participou da reunião do CNC em Ribeirão Preto.
“”Nos últimos dias visitei as principais regiões produtoras de Conilon no nosso Espírito Santo e já tínhamos antecipado que não haveria necessidade de importação. Se tiver preço justo, os produtores ofertarão café ao mercado””, completa Evair.
A não importação de café Conilon, certamente vai contribuir na manutenção dos preços do café arábica no mercado interno, num patamar de boa remuneração aos produtores. Outra ação proposta pelo CNC será com pautada na Indústria, Comercio e Relações Internacionais para pleitearmos redução nas taxas de solúveis por 3 anos, que hoje é 9% , de forma a manter o setor competitivo e líder, remunerando os produtores.
“”Antes de nossa indústria reclamar do preço do Conilon, eles e o governo brasileiro têm de reclamar do imposto colocado ao solúvel brasileiro no mercado Europeu. Só o solúvel brasileiro recebe uma taxação extra. Absurdo este imposto que foi colocado pelos europeus há dezenas de anos , com a desculpa que era para os Colombianos poderem combater o plantio da coca””, finaliza o deputado Evair de Melo.
Fonte: Assessoria do deputado federal Evair de Melo.





