Mais lidas 🔥

Empreendedorismo no café
Empreendedor transforma Kombi em ponto de venda dos cafés de qualidade que ele mesmo produz

Dia do Agricultor
Do concreto ao cafezal: uma história de transformação no interior capixaba

28 de julho, Dia do Agricultor
O café que trouxe uma geração de volta ao sítio centenário

Redes sociais
Brasil terá um megaterremoto em setembro? Rede Sismográfica desmente previsão

Política agrícola
Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau

Quatro cooperativas estão se unindo de forma inédita para promover a cadeia produtiva cafeeira e garantir a rastreabilidade dos cafés capixabas. No próximo dia 3 de julho, em Vitória, Cooabriel, Coopeavi, Coopbac e Cafesul vão formalizar a criação da Federação dos Cafés do Espírito Santo (Fecafés).
A entidade a ser constituída terá abrangência estadual e vai congregar não somente cooperativas, como também associações ligadas à cafeicultura. Segundo uma fonte, o nome mais cotado para a diretoria é o de Luiz Carlos Bastianello, presidente da Cooperativa Agrária de Cafeicultores de São Gabriel (Cooabriel). A iniciativa tem parceria comIncaper, Cetcaf, Sebrae, OCB/ES, Embrapa Café, Inovates e apoio do Sicoob/ES.
Além da promoção dos cafés do Estado, a Fecafés vai atuar na gestão, no controle e na defesa das Indicações Geográficas (IGs) já em andamento em três territórios, que são: Caparaó, Montanhas do Espírito Santo e Conilon Capixaba (Norte).
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebra-ES) licitou os projetos junto ao Instituto de Inovação e Tecnologias Sustentáveis (Inovates). Tratam-se das primeiras iniciativas na busca de identificar, registrar e proteger as qualidades únicas dos cafés do Estado.
De acordo com o diretor do Inovates, Gabriel Beliqui, a IG dos Cafés do Caparaó já foi protocolada e está sendo analisada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A previsão é do reconhecimento formal até 2020.
Já no caso das indicações para os cafés das Montanhas e o Conilon, os projetos estão em fase de estruturação.
IG
A Indicação Geográfica identifica a origem de serviços e produtos quando a localidade tenha se tornado conhecida ou quando o produto carrega alguma característica que remete à sua origem.
No Brasil, pode ser concedida em duas modalidades: a indicação de procedência aponta o nome do local que se tornou conhecido por determinada produção, e a denominação de origem, que se refere ao local que passou a designar produtos que carregam suas características geográficas. (*Atualizada às 19h44 de 1º de julho)





