Mais lidas 🔥

Recursos hídricos
Justiça derruba lei que isentava pequenos produtores da cobrança pelo uso da água no Espírito Santo

Sustentabilidade no campo
Abelhas sem ferrão ajudam produtor a reparar impactos do desmatamento

Empreendedorismo no café
Casal enfrenta desafios e consolida cafeteria em cidade sem tradição cafeeira

Fiscalização
Carga de café sem nota é apreendida em fiscalização

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 25 de junho

A trégua no mercado financeiro durou pouco. Após alguns dias de alívio, o dólar voltou a subir nesta segunda-feira (11), pressionado pelo nervosismo externo. A bolsa de valores caiu mais de 2% e voltou a ficar abaixo dos 100 mil pontos.![]()
![]()
O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (11) vendido a R$ 5,371, com valorização de R$ 0,103 (+1,96%). A cotação operou em alta durante toda a sessão, mas intensificou a subida perto do fim das negociações, fechando próxima da máxima do dia.
Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula alta de 2,6% em julho. Em 2022, a divisa cai 3,68%.
O dia também foi tenso no mercado de ações. Pressionado pela queda das commodities (bens primários com cotação internacional), o índice Ibovespa fechou aos 98.212 pontos, com recuo de 2,07%.
Nesta segunda, os receios de que a economia norte-americana entre em recessão voltaram a pesar no mercado internacional, empurrando o dólar para cima e as bolsas de todo o planeta para baixo. Outros fatores externos contribuíram para o pessimismo global.
O anúncio de novos lockdowns na China para conter a disseminação da covid-19 fez os preços de commodities como petróleo e minério de ferro caírem nesta segunda-feira. A ameaça de uma crise energética na Europa por causa do fechamento do gasoduto Nord Stream 1, entre Rússia e Alemanha, também pesou. O gasoduto entrou em manutenção por dez dias, mas a Rússia pode fechá-lo por tempo indeterminado por causa da guerra na Ucrânia.




