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Afinal, o que é educação financeira?

por Cresol

em 13/07/2020 às 17h28

5 min de leitura

Afinal, o que é educação financeira?

O que é educação financeira?
Foto: Cresol

Como anda sua relação com o dinheiro? Se as dívidas tiram o seu sono e você não consegue prosperar na vida, está na hora de entender o que é educação financeira.

Educação financeira: o que é?

O conceito de educação financeira está ligado à habilidade de lidar com os próprios ganhos monetários. Basicamente, trata-se de gastar menos do que você arrecada, de comprar apenas o que se precisa e de economizar uma quantia todo mês.

Com esses cuidados, é possível aproveitar melhor as oportunidades. Dá para diversificar os investimentos e construir um patrimônio.

Acredite: qualquer pessoa pode chegar lá. Ninguém precisa ser de família rica para atingir um nível de vida confortável. Basta ter um pouco de disciplina.

Adequando as despesas à realidade do seu salário, você conquista mais liberdade de escolha. E o melhor: mantém o saldo bancário no azul, o que acaba com certas preocupações.

Qual é a importância da educação financeira?
A relevância da educação financeira é justamente a capacidade de administrar o dinheiro. Afinal, quem não controla as dívidas acaba sendo controlado por elas.

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Uma pessoa endividada trabalha somente para quitar esses compromissos. Ela não se diverte, pois sempre tem uma parcela de alguma compra a vencer. Assim, dificilmente sobra grana para ir ao cinema ou viajar com a família sem culpa.

Por outro lado, quem se educa financeiramente vive com leveza, além de realizar sonhos mais altos. Você pode se planejar para bancar um intercâmbio para os filhos ou abrir o próprio negócio. São investimentos de longo prazo, que rendem frutos às próximas gerações.

Parece ótimo, né? E a boa notícia é que nunca é tarde &ndash, ou cedo demais &ndash, para desenvolver esse conhecimento.

Educação financeira nas escolas
As noções de educação financeira podem começar ainda na infância. Uma visita da turma da escola aos mercadinhos do bairro já aponta a primeira lição: produtos variam de preço conforme a loja, então é necessário pesquisar para adquirir os itens em oferta.

O velho hábito do cofrinho também traz ensinamentos válidos. Juntando moedas aos poucos para comprar um videogame, a criança exercita a paciência e a persistência. Ela percebe que dinheiro não surge com mágica, então todo o esforço empregado na tarefa fará com que a recompensa tenha muito mais valor.

Falar sobre finanças, em casa ou na escola, é uma forma de tirar a matemática do campo abstrato e aplicá-la na prática. Ou seja: conhecimento para a vida toda!

Educação financeira: primeiros passos
Agora que já explicamos o que é educação financeira, vamos a algumas dicas para você se disciplinar. É simples! Acompanhe o passo a passo:

1. Controle os gastos
Monte uma tabela e registre todos os seus gastos do mês. Inclua os pagamentos de contas, as compras do supermercado, tudinho. Esse acompanhamento ajuda a visualizar onde você está empregando seu dinheiro &ndash, e, principalmente, se as despesas estão dentro do limite da sua renda.

2. Consuma com consciência
O próximo passo consiste em cortar despesas supérfluas, isto é, os desperdícios e aquilo que não tem necessidade imediata. Antes de comprar um novo par de sapatos, pergunte-se: eu “realmente preciso disso? Os calçados que tenho no armário não são suficientes para meu dia a dia? ”

Outra estratégia é mudar hábitos para diminuir custos. Experimente tomar banhos mais curtos, reduzindo o consumo de água e energia elétrica. Ou, então, adquira hortaliças direto do produtor &ndash, os preços são mais baixos que no supermercado.

3. Evite dívidas
Se você não tem grana para pagar à vista, não faça muitos negócios. Essa é uma das principais regras da educação financeira.

Ter muitas compras parceladas prejudicam bastante o equilíbrio da conta bancária. Não só elas têm juros, o que encarece o valor final, como também são difíceis de acompanhar. Desse modo, há o risco de que as dívidas se acumulem ao ponto de você não conseguir mais honrá-las.

4. Economize
Ter uma reserva financeira é tão ou mais importante que gastar com sabedoria. Esse dinheiro extra será estratégico para cobrir imprevistos, como consertar a geladeira quebrada. Ainda, permitirá investir em projetos mais ousados, como uma casa nova ou a viagem dos sonhos.

Portanto, guarde parte de seu salário ou de seu pró-labore mensalmente. Determine uma quantia (10%, 15%&hellip,) e um dia fixo para transferir a soma da conta corrente à poupança. Isso é para não cair na tentação de juntar só o que sobra no fim do mês.

5. Varie os investimentos
Quem tem dinheiro sobrando pode fazê-lo render mais. Além da poupança, existem outros investimento como aplicações a juros, cujo retorno fica acima da inflação. Traduzindo, dá para engordar a reserva sem muito esforço.

Contudo, lembre-se de que algumas operações são arriscadas. Aplicar na bolsa, por exemplo, às vezes faz o sujeito perder dinheiro. A melhor saída é estudar o mercado e analisar as possibilidades antes de tomar uma decisão.

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