Mais lidas 🔥

Chuva e calor
El Niño não afeta todo o Brasil da mesma forma; entenda o que muda em cada região

Inovação no campo
Do Espírito Santo para o mundo: cafeicultor está entre seis inventores convidados para festival no Vale do Silício

Previsão do tempo
Vendaval coloca quase todo o Espírito Santo em alerta; veja as cidades que podem ser afetadas

Educação profissional
Ifes abre mais de 4 mil vagas para cursos técnicos; veja como participar

Turismo e inovação
Novos destinos turísticos unem arquitetura, natureza e experiências únicas no Espírito Santo

“Meu cafezal em flor, quanta flor, meu cafezal…” A canção de Cascatinha e Inhana, destacou o momento sublime de se avistar um cafezal em flor. E pelos campos de Varre-Sai (RJ), ao primeiro olhar, o que pode parecer neve cobrindo os pés de cafés são as flores brancas e perfumadas que trazem a esperança de uma boa colheita.
A florada vai muito além da beleza para os olhos, é através dela que o produtor pode conhecer o potencial produtivo da lavoura de café. Quanto mais flores, mais frutos podem ser produzidos.
É na primavera, entre os meses de setembro e novembro, que acontece a florada. Podendo ocorrer mais de uma, dependendo das características do cultivo e de fatores ambientais como radiação solar, temperatura, disponibilidade de água e outros.
“O cuidado com a produção e com a lavoura precisa ser constante em todas as épocas do ano, fazendo com que a florada seja uma consequência de toda essa atenção, dispensada pelos produtores”, pontuou o secretário municipal de Agricultura de Varre-Sai, José Maria de Freitas Pelegrini.
O prefeito de Varre-Sai, Silvestre José Gorini, lembrou a importância da florada para a capital estadual do café.
“Além de um espetáculo lindo, é promissor de uma grande colheita, que se Deus quiser, trará lucros para os produtores e para o município”, afirmou o prefeito.





