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Os representantes da Aves destacaram o acompanhamento das notificações em aves silvestres e as ações imediatas que a própria entidade e o serviço veterinário oficial do Estado começaram a executar logo após a detecção dos primeiros casos identificados em animais silvestres. Diretor executivo da associação, Nélio Hand enfatizou que as ações têm seguido um cronograma já idealizado pela entidade e que o momento é de reforçar as medidas de biosseguridade.
“Estamos avançando com as informações e a mobilização do setor avícola local para que ocorra a proteção máxima possível das granjas comerciais e seus plantéis. Vemos, no entanto, a preocupação dos avicultores com agentes externos que oferecem risco à produção comercial, especialmente os animais de subsistência, se não estiverem protegidos, além das produções de até mil aves, onde não existe obrigatoriedade, por legislação, para implantação de regras de biosseguridade nos locais de produção, como ocorre no setor industrial”, destacou.
Ele também explicou que além das reuniões com o setor, outras vêm sendo realizadas de forma contínua buscando apoio de instituições que estão ajudando a Aves a ampliar as mensagens de conscientização para população e para os produtores rurais com produção de subsistência e com menos de 1.000 aves.
“Neste momento é importante chegar com a informação a toda a população e fundamentalmente com as propriedades que possuem alguma produção, seja de subsistência ou de pequena produção, para que protejam seus animais e ao mesmo tempo que fiquem cientes da necessidade de cadastrar suas propriedades junto ao Idaf”, detalhou.



