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A produção de tilápia no Espírito Santo registrou um salto de 15,25% em 2023. Em 2022, a produção foi de 5,4 milhões de quilos, subindo para 6,2 milhões em 2023, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Estado é o 11º maior produtor do país e Linhares é o maior produtor estadual com 44,01% da produção capixaba. Em 2023 o município produziu 2.760,00 toneladas de pescado, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Agricultura, Aquicultura e Pesca (Seag). A atividade está presente em cerca de 5.240 propriedades rurais.
Propriedades como o Sítio Nossa Senhora Aparecida do Marcelo Vaillant Dalfior, 42, de Todos os Santos, em Guarapari. Há cinco anos o piscicultor começou a estudar e a fazer testes em um pequeno tanque de peixes e acabou se interessando pelo cultivo. Em 2023, Marcelo começou o projeto para a construção de novos viveiros e deu início à produção comercial.
São cinco viveiros de 1600 a 2000 m² cada e um berçário de 500 m². Os viveiros têm capacidade máxima para produção de 150 a 200 toneladas por ano. “Como em 2024 foi nosso primeiro ciclo e ainda estou em fase de aprendizado, optei por não produzir na capacidade total do projeto. Nossa produção para 2024 está em torno de 60 toneladas”, explica Marcelo.
Toda produção é vendida e comercializada direto com abatedouros de pescados e uma parte é filetada e vendida no sítio. O produtor está animado e conta que tem projeto para construção de um abatedouro para beneficiar e processar ele mesmo os produtos da tilápia.
“Estou muito confiante com a produção. A tilápia é uma proteína que está se firmando no mercado com boa aceitação. Apesar do mercado no momento estar com muita oferta de tilápia, o cenário de mercado projeta uma melhora em breve”, destaca.

Pesca+ES
Realizado com base em oficinas onde foram ouvidas as demandas do setor pesqueiro de todos os municípios litorâneos, o Pesca+ES é um programa estruturante, voltado para o desenvolvimento sustentável da pesca e o fortalecimento das comunidades pesqueiras do Espírito Santo.
Ainda sem previsão de ser implementado, o projeto tem entre suas propostas a criação de um fundo para financiar projetos sustentáveis e estruturantes no setor pesqueiro, simplificação do Registro Geral de Pesca e combate à pesca ilegal, fiscalização educativa, inclusão de pescadores e marisqueiras nos programas de compra pública (PNAE, PAA, CDA), fortalecimento e empoderamento de mulheres da pesca e a ampliação e capacitação de equipes técnicas para melhorar a gestão e a fiscalização do setor.
O programa busca transformar a pesca capixaba em um modelo de referência nacional, garantindo sustentabilidade, valorização da cultura local e qualidade de vida para as comunidades pesqueiras. É coordenado pela Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e tem a parceria do Instituto Federal do Espírito Santo(Ifes) Campus Piúma, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do ES (Idaf) Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o setor pesqueiro.

Produção de camarão se mantém estável
A produção de camarão da Malásia segue estável no Espírito Santo. Com apenas quatro municípios produtores da espécie no Estado, em 2023 a produção foi de 12.475 toneladas, pouco menos que em 2022 quando foram 12.900.
O maior produtor capixaba continua sendo Governador Lindenberg, no Noroeste do Estado, com nove mil toneladas, o que representa 70% de toda a produção estadual, seguido por Ibiraçu com 2.575 toneladas, Alfredo Chaves 500 e Marilândia com apenas 400 quilos.




