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O ano de 2020 não foi gentil com as oliveiras capixabas. A cultura é jovem no Estado. Começou de forma tímida em 2012, com 40 plantas em uma unidade de observação em Alto Caldeirão, Santa Teresa. A ideia ganhou força a partir de 2015 e a produção se espalhou por 15 cidades capixabas. Mas algumas intempéries atrasaram o que parecia o início de uma série de boas novas.
A primeira safra do Estado, prevista para o primeiro semestre de 2021, ainda não tem local fixo para virar azeite. A agroindústria para produção só deve operar a partir de janeiro de 2022, em Santa Teresa. Essa é a data prevista pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seag), que apoia financeiramente o projeto, após reunião virtual em agosto de 2020 com representantes da prefeitura, do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e da Associação dos Olivicultores (Olives).
“O objetivo é ter o projeto adequado às necessidades dos produtores e perfeitamente entendido e aprovado pelos órgãos do governo. Estamos confiantes e percebendo o compromisso do governo com o projeto da olivicultura no Espírito Santo. Estamos trabalhando agora na busca de soluções ”, declarou, na ocasião, o presidente da Olives, Marco Aurélio de Castro.
Um outro problema, agora nas lavouras, acendeu o sinal de alerta dos produtores. Uma das variedades da bactéria Xylella fastidiosa, conhecida por causar doenças na citricultura, foi detectada em amostras de oliveiras cultivadas na região serrana do Espírito Santo. Os testes foram realizados nos laboratórios do Centro Avançado de Pesquisa de Citros Sylvio Moreira, ligado ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC).
O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) vem acompanhando o problema e afirma não registrar novos casos desde novembro de 2019. Porém, os produtores devem ficar atentos à doença para evitar prejuízos porque a patologia não tem cura.
Foto de capa: Pixabay





