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Startups são universos predominantemente masculinos, mas cada vez mais presenciam uma onda de mulheres à frente desses canais de inovação. A quarta edição do Mapeamento de Comunidades, apresentado pela Abstartups (Associação Brasileira de Startups) no final de 2021, mostra que 16,9% das startups de todos os setores têm mulheres no grupo dos fundadores. No ano anterior eram 15,7%. O Radar Agtech 2020/21, um mapeamento específico das startups do agro brasileiro apontam 1.576 iniciativas.
Ana Ferronato, egressa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF), e CTO da NetWordAgro – spinoff do Instituto Federal Fluminense, figura na lista das 20 mulheres inovadoras em Agritech no Brasil, por desafiar o futuro com ideias, projetos e uma empresa para um agro mais sustentável.
Em 2018, a cientista da computação fundou com o pai, Marcos Ferronato, a NetWord Agro, empresa de soluções de monitoramento de solos e lavouras para prevenção de pragas e doenças. Ela começou como desenvolvedora de software e hoje ocupa o cargo de COO, representando a agtech no programa televisivo Shark Tank, em que vendeu 20% da empresa por R$ 3 milhões para José Carlos Semenzato, um dos maiores franqueadores do país, e Camila Farani, sócia-fundadora da boutique G2 Capital.
Ferronato também faz parte do Grupo Mulheres do Brasil, entidade da sociedade civil que levanta a bandeira de uma maior participação da mulher.





