Mais lidas 🔥

Inovação no campo
Nova variedade de banana chama atenção de produtores no ES

Rio Grande do Sul
Azeite brasileiro atinge nota máxima e é eleito o melhor do mundo em concurso na Suíça

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Desenvolvimento rural
Mais de 161 mil mudas impulsionam produção no Norte do ES

Produção artesanal
Valença, no Rio de Janeiro, conquista 13 medalhas no Mundial do Queijo
Algumas atividades privativas da medicina veterinária devem ser desempenhadas exclusivamente pelo médico-veterinário. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados do Espírito Santo aprovou o Projeto de Lei 7323/14 que torna crime o exercício ilegal da profissão de médico-veterinário.
Na Lei, quem pratica ilegalmente a profissão, sem ser um profissional habilitado, cabe uma contravenção penal, ou seja, uma infração penal. O PL aprovado altera o Código Penal (Decreto-lei 2.848/40) e estabelece a pena de detenção de seis meses a dois anos, com multa se praticado com o fim de lucro, seguindo o mesmo tipo penal aplicado para o crime de exercício ilegal nas profissões de médico, dentista e farmacêutico.
“O exercício ilegal da profissão não é considerado crime por não encontrar-se tipificado no Código Penal Brasileiro. Com a nova proposta, o exercício ilegal da Medicina Veterinária passará a ser crime e não mais contravenção penal, alterando a pena e sua tipificação, passando de infrações leves para mais graves ”, pondera a assessora jurídica do CRMV-ES Tatiane Espinosa Oliveira Leão.
O Projeto de Lei pode vai contribuir para inibir os famosos “charlatões ”, os indivíduos que se julgarem capazes a executar atividades privativas de profissionais formados, de acordo com o presidente do CRMV-ES Médico-Veterinário Marcus Braun. “Com a aprovação do projeto vamos inibir a prática desses charlatões e garantir o bem-estar e a saúde pública do animal e da sociedade ”, afirma.
A partir das denúncias encaminhadas ao Conselho, a fiscalização poderá agir de maneira mais incisiva. “A fiscalização terá um amparo maior e legal para fiscalizar junto com a polícia ”, destaca o presidente da Comissão de Fiscalização do CRMV-ES Médico-Veterinário Daniel Bressiane.





