Mais lidas 🔥

Produção de peixes
Gigante da tilápia: cooperativa finaliza unidade com capacidade para 20 toneladas diárias

Chance de El Niño forte ou muito forte cresce e acende alerta para 2026

Agricultura familiar
Projeto Mulheres do Cacau implanta sistemas agroflorestais e unidades de beneficiamento de amêndoas

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 08 de junho

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, anunciou nesta segunda-feira (2) que deixará o cargo até o próximo dia 4 de abril para disputar as eleições. O comunicado foi feito no Palácio Anchieta, em Vitória, ao lado do vice-governador Ricardo Ferraço, que assumirá oficialmente o comando do Estado após a renúncia.
Ao encerrar o terceiro mandato à frente do Executivo estadual, Casagrande apresentou um balanço da gestão iniciada em 2019 e afirmou confiar na continuidade do projeto sob a liderança de Ferraço. Segundo ele, a transição ocorrerá ao longo de março, com decisões conjuntas, inclusive sobre secretários e demais integrantes do governo que também pretendem disputar as eleições.
O governador destacou que deixa o cargo com o Estado em equilíbrio fiscal. Entre os pontos citados, mencionou a melhor gestão fiscal do País, referência nacional no Ensino Médio, a criação de um Fundo Soberano, a menor dívida proporcional entre os estados e um dos maiores volumes de investimento em infraestrutura da história capixaba.
Ricardo Ferraço agradeceu a confiança e reforçou o compromisso de manter o ritmo da administração. Ele afirmou que a equipe já compartilha a gestão no dia a dia, inclusive na coordenação do programa Estado Presente, voltado à redução da criminalidade. Segundo o vice-governador, os resultados são fruto de planejamento, diálogo com os municípios e responsabilidade fiscal.
Casagrande e Ferraço também asseguraram que as obras em andamento terão continuidade e que projetos estratégicos seguem sendo debatidos para garantir estabilidade administrativa durante o período de transição.
A renúncia atende ao prazo legal para que ocupantes de cargos no Executivo possam disputar eleições. Até 4 de abril, o atual governador permanece no cargo, conduzindo o processo de transição.





