Mais lidas 🔥

Conheça a banana Ambrosia, nova cultivar resistente a doenças, alagamentos e seca

Chuva de um lado, seca de outro
El Niño de 2026/2027 pode repetir a força e os impactos do fenômeno de 2015/2016?

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 30 de abril

Energia solar
Com avanço da energia solar, Fortlev leva soluções ao Nordeste

Entrevista exclusiva
Presidente da Embrapa destaca parceria no ES e tecnologia para pequenos e médios produtores

A segunda fase da campanha de vacinação contra febre aftosa acabou em novembro de 2019 com uma cobertura vacinal de 98,93%, superando o ano de 2018, quando foi registrado 97,87% de animais imunizados. Ao todo, foram vacinados 1.980.206 bovinos e bubalinos de todas as idades e de 29.276 propriedades rurais capixaba.
Segundo Mário Louzada, diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), os produtores que não vacinaram os animais durante a campanha precisam procurar o instituto para receber a autorização para a compra da vacina.
“O produtor precisa ir até um dos escritórios locais do Idaf, com documento de identificação em mãos e solicitar a compra da vacina. A imunização é fundamental para que o Estado alcance o status de livre da febre aftosa sem vacinação, previsto para ser concretizado em 2021 ”, conclui Mário.
Vacinação
A próxima campanha de vacinação contra a febre aftosa acontece em maio e novembro deste ano. No mês de maio serão vacinados bois e búfalos de até dois anos de idade. Em novembro, a campanha inclui a vacinação de bovinos e bubalinos de todas as idades.
A partir do primeiro semestre de 2021, o Espírito Santo e outros Estados suspendem o uso da vacina. A medida foi imposta pelo Planejamento Estratégico 2017-2026, apresentado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A retirada da vacina é gradual e de acordo com requisitos sanitários e determinações contidas no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa).



