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O Dia Mundial do Café que será comemorado no dia 14 de abril nos arremete à algumas reflexões sérias e que merecem o melhor de nossas atenções, considerando que a atividade emprega mais de 2 milhões de pessoas no Brasil, em empregos diretos.
Também é responsável por uma ampla relação econômica e social entre a classe dos produtores e seus principais parceiros, os consumidores.
Aproxima as pessoas e favorece entendimentos há séculos, com o espontâneo convite: “vamos tomar um cafezinho juntos ”.
O envolvimento de todos os brasileiros, em torno do café, merece ser destacado, protegido e respeitado.
O Funcafé, recurso oriundo do confisco cambial do café exportado, cumpre mal seu objetivo, qual seja o de alavancar o segmento produtivo e precisa com urgência ter a sua distribuição modificada pelas determinações do Conselho Monetário Nacional.
Nossos principais parceiros, os consumidores, tem que dispor de um café de qualidade superior para consumo, aferido por um critério técnico de avaliação de qualidade.
Seria, com certeza, acrescido o consumo atual no Brasil, que é de 20 milhões de sacas, descomprimindo a obrigatoriedade de se exportar as atuais 34 milhões de sacas.
Os preços teriam a justa correção para cobrir os custos de produção, sem onerar significativamente o preço do nosso cafezinho.
Além do mais, a indispensável segurança alimentar seria melhor contemplada, dentre outros fatores, com a acentuada queda no consumo de açúcares e adoçantes.
O Brasil, com 40% da produção mundial precisa adotar um protagonismo melhor nas práticas e políticas que regulam a produção, a comercialização e a industrialização do café.
Júlio da Silva Rocha, engenheiro agrônomo e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (FAES)





