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Alguns produtores já relatamvia mensagem nas redes sociaisque a safra foi menor que a projetadapelas equipes técnicas e instituições governamentais, que previamuma super safra. Já as representaçõestemiam que a safra seria maior diante das frustrações de safras anteriores. Além de fornecerem dados aproximados da safra em 2018, foi relatado que o consumo dos cafés tem aumentado frenquentemente.
Com uma previsão de geada no mês de julho, os preços reagiram diante de especulação de uma geada muito forte, que poderia dizimar regiões montanhosas, cerrado, baixadas.
Porém, os relatos dos produtoresapós o ocorrido, com as publicações de fotos de gelo nas plantas comocafé, viralizaram com uma velocidade nunca vistaanteriormente.
Após as geadas, os representantes das instituições e empresas ligadas ao setor sereuniram em um debate em Campinas. Palestras e propostas para dar rumos à cafeicultura mundialforam apresentados. Muitos produtores na atividade da safracomentavam da geada e no fórum sobre o futuro do aquecimento global.
Já os cafeicultores estavam mais preocupados com a colheita, com os preços baixando na valorização de documentos físicos, do que com o norteamento das lideranças que apresentavam propostas de criação de plataforma global do café.
Logo após os técnicos terem vistoriado o campo, a pedido de cooperativas e produtores, ea divulgação nas mídias escritae televisiva, houve frustraçõespor parte dos produtores que foram atingidos pela geada, gerando desconforto por colegas que acompanham o dia a dia da classe.
Muitos produtores querem chamar atenção das autoridades competentes e representativaspara divulgar o aumento de custo de produção e as perdas sequentes desde 2015 após a seca de 2014, com sequência de geada em 2016, perdas por qualidade e broca em 2017 e baixos preços em 2018. Já estasafra 2019/20, que poderia ser uma safra animadora, ficou marcada pelos custos com aumento nos preços dos insumos e defensivos agrícolas, combustível.
Produtores dizem que, além de os preços baixarem, muitos estão endividadosnas agências financeira, cooperativas e mercearias.
Alguns produtores de café pedem medidas eficazes para governo federal. Outros dizem que está na hora de mobilizar com lema de socorro “S.O.SNO CAFÉ”.
Nós do CCAMOGpedimos às autoridades competentes, representantes de classes paramanifestarem apoio aos cafeicultores mineiros, brasileiros, que passam por situações de risco e até mesmo estão deixando de cumprir as atividadesnas regiões montanhosas, como correção de solo, adubações, reformas de lavouras, aplicações de defensivos, para honrar compromissos.
Copie e compartilhe essa mensagem com seus amigos cafeicultores peladefesa da classe trabalhadora, que emprega egera renda a milhares de pessoas direta e indiretamente.
Fernando Barbosa-CCAMOG






