Mais lidas 🔥

Turismo capixaba
Montanhas Capixabas destacam cultura e turismo na Feira dos Municípios 2026

Apicultura rural
Café conilon e abelhas: parceria ganha destaque no campo

Cafeicultura brasileira
Isenção à Embrapa abre novo cenário para o café nacional

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 19 de maio

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 21 de maio

Na última quarta-feira (21), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Polícia Federal (PF) deflagraram uma operação que desmantelou organizações criminosas que vinham atuando de forma ilícita no município de Campestre, Minas Gerais, por meio da adulteração e falsificação de mel.
Além das implicações econômicas, as condições higiênicas de produção observadas representavam um risco iminente à saúde dos consumidores. Os fraudadores atuavam utilizando açúcar invertido (xarope de açúcar) em substituição ou em mistura ao produto visando a aumentar o volume a ser comercializado como mel.
Mas como descobrir se o mel é verdadeiro ou falso?
Várias páginas especializadas na internet dão dicas de como saber se o mel que você comprou é verdadeiro ou misturado com outros produtos. Confira:
Para saber se o mel é puro, pode fazer um teste com água:
- Despeje uma colher de sopa de mel num copo de água.
- Se o mel for puro, ele ficará todo agrupado no fundo do copo.
- Se o mel não for 100% natural, ele se dissolverá na água.
Também pode fazer o teste do iodo:
- Misture uma colher de mel com uma colher de água.
- Mexa bem, e pingue 3 gotas de lugol (solução de iodo 2%, à venda em farmácias).
- Misture e verifique a cor.
- Se escurecer é porque há amido no mel, portanto ele não é puro.
Outro teste que pode fazer é deixar uma gota de mel num papel toalha:
- Quanto mais demorar para absorver, mais puro ele é.
Também pode observar o aspecto do mel:
- Um mel de qualidade fica cristalizado caso a temperatura do ambiente seja mais baixa.
- No entanto, alguns méis ficam açucarados que podem parecer com o processo de cristalização.





