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A Coopeavi comemora os resultados do projeto que visa o uso racional de antibióticos para tratamento da mastite em vacas leiteiras. Em 2020, o “Mais Leite ” garantiu a economia total de R$ 26.832,00, incluindo o descarte de leite e o não uso de medicamentos para tratamento da doença.
No levantamento geral, a iniciativa gerou economia de R$4.257,00 com antibióticos e R$22.575,00 com descarte de leite. Isso representa 12.900 litros de leite que deixaram de ser descartados no ano passado e 387 bisnagas de antibióticos que foram inutilizadas.
O laboratório da Veneza (Coopeavi), em Nova Venécia, realizou 956 análises no ano passado. Os exames abrangeram 247 animais, sendo que apenas dois casos foram considerados graves. Ainda foram feitas 709 análises de vacas que apresentavam mastite subclínica.
O objetivo do “Mais Leite ” é oferecer diagnóstico dos agentes causadores da mastite em 24h. O projeto é inovador e pioneiro no Noroeste capixaba. Através das culturas, o produtor cooperado pode realizar o manejo adequado e tratar de forma assertiva cada animal. A tecnologia empregada é a da empresa OnFarm.
O tratamento da mastite (inflamação da glândula mamária causada por microrganismos dos quais as bactérias são os principais agentes causadores) é um dos principais gargalos na produção de leite. Antes do “Mais Leite ”, para se obter um diagnóstico preciso, o produtor chegava a aguardar 25 dias após enviar a amostra do leite coletado para análise.
“Antes de implantarmos o projeto na nossa cooperativa, tratávamos todas as mastites da mesma forma, o que levava a um gasto exacerbado com medicamentos, principalmente antibiótico, e descarte de leite. O problema não era solucionado, apenas mitigado. Hoje conseguimos saber qual medicamento usar para tratar os animais de maneira assertiva e o manejo adequado para cada um de acordo com o tipo de agente causador ”, avalia a veterinária Juliana Piassi, inspetora de qualidade da Coopeavi.
Ainda de acordo com Juliana, outro dado relevante do projeto “Mais Leite ” referente a 2020 é que 40% das análises não apresentaram crescimento microbiano, ou seja, o animal não precisou ser tratado. “Obtivemos, então, diminuição dos gastos com antibióticos e descarte do leite ”.





