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A equipe do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) que ainda está em Federación, na província de Entre Rios (divisa com o Uruguai), segue trabalhando na eliminação de pequenos focos de gafanhotos no município. Segundo o boletim divulgado agora à noite pelos técnicos, uma nova pulverização foi feita nesta quinta-feira (30), em um ponto específico em uma área de floresta comercial.
A aplicação foi realizada com a ajuda de um produtor rural e os técnicos devem voltar ao local amanhã para conferir o resultado. No monitoramento do dia, foram avistados ainda alguns gafanhotos isolados em voos curtos. Por isso, a equipe segue na área rastreando pequenos grupos de insetos.
Os gafanhotos são remanescentes da nuvem extinta no último final de semana, que havia saído do Paraguai em maio e desde o dia 20 junho circulava na província de Corrientes, aproximando-se da fronteira com o Brasil e Uruguai. A nuvem chegou a ter cerca de 15 quilômetros quadrados em voo e colocou o Brasil em situação de emergência fitossanitária.
Com isso, um plano emergência foi montado envolvendo o Ministério da Agricultura e Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul. Além disso, cerca de 70 aviões foram colocados de sobreaviso pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) nas regiões da fronteira gaúcha. Plano que ainda segue vigente, já que a situação de emergência é válida por um ano e há outras duas nuvens de gafanhotos ativas em Formosa, no norte da Argentina.
RASTREAMENTO
O Senasanão divulgou o resultado das pulverizações feitas ontem contra a nuvemlocalizada em Ingeniero Juárez, na província de Formosa. Uma equipe do Município fez aplicações com pulverizadores costais em parte dos insetos e o Senasa forneceu os inseticidas. A nuvem está a menos de 50 quilômetros (em linha reta) da divisa com a província de Salta (a oeste).
A outra nuvem está mais a leste, próximo à divisa de formosa com a província do Chaco (que fica a sul). Na verdade, ali os insetos já circularam de um lado ao outro do Rio Bermejo, que faz a divisa. Técnicos do Senasa seguem rastreando os gafanhotos em uma área de difícil acesso. A localização estimada pelos langosteros (apelido dos técnicos baseado na palavra espanhola para gafanhotos) nesta quinta era em uma zonaao sul da cidade de Las Lomitas&ndash, junto ao rio, mas agora no lado de Formosa.
Por enquanto, apesar do tempo mais quente favorecer o voo dos gafanhotos, a tendência por enquanto é de que eles não rumem para o Brasil. Isso porque aprevisão até a próxima semanaé de que o vento na região siga soprando para oeste.
O Senasanão divulgou o resultado das pulverizações feitas ontem contra a nuvemlocalizada em Ingeniero Juárez, na província de Formosa. Uma equipe do Município fez aplicações com pulverizadores costais em parte dos insetos e o Senasa forneceu os inseticidas. A nuvem está a menos de 50 quilômetros (em linha reta) da divisa com a província de Salta (a oeste).
A outra nuvem está mais a leste, próximo à divisa de formosa com a província do Chaco (que fica a sul). Na verdade, ali os insetos já circularam de um lado ao outro do Rio Bermejo, que faz a divisa. Técnicos do Senasa seguem rastreando os gafanhotos em uma área de difícil acesso. A localização estimada pelos langosteros (apelido dos técnicos baseado na palavra espanhola para gafanhotos) nesta quinta era em uma zonaao sul da cidade de Las Lomitas&ndash, junto ao rio, mas agora no lado de Formosa.
Por enquanto, apesar do tempo mais quente favorecer o voo dos gafanhotos, a tendência por enquanto é de que eles não rumem para o Brasil. Isso porque aprevisão até a próxima semanaé de que o vento na região siga soprando para oeste.




