Mais lidas 🔥

Chance de El Niño forte ou muito forte cresce e acende alerta para 2026

Agricultura familiar
Projeto Mulheres do Cacau implanta sistemas agroflorestais e unidades de beneficiamento de amêndoas

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 08 de junho

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Pesquisa e inovação
Conilon ganha cultivares adaptadas ao frio, ao leste mineiro e com menos cafeína

A peste suína africana vai se espalhar ainda mais pela Ásia, onde já devastou criações de porcos, e nenhum país está imune ao vírus mortal, disse nesta quarta-feira a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês).
A doença, que afetou especialmente a China, maior produtora mundial de carne de porco, se originou na África antes de se espalhar por Europa e Ásia. Ela foi detectada em 50 países, matou centenas de milhões de suínos e reformulou os mercados globais de carne e demais alimentos.
“Estamos de fato enfrentando uma ameaça que é global ”, disse à Reuters a diretora-geral da OIE, Monique Eloit.
“O risco existe para todos os países, sejam eles geograficamente próximos ou geograficamente distantes, pois há uma infinidade de possíveis fontes de contaminação. ”
A doença se espalhou rapidamente por diversos países do sudeste asiático, incluindo Vietnã, Camboja, Laos, Coreia do Sul e Filipinas, e mais países devem ser atingidos nos próximos meses.
“Não vamos caminhar em direção a melhorias no curto prazo. Continuaremos a ter mais surtos nos países infectados. Países vizinhos possuem alto risco, e para alguns a questão é quando eles serão infectados ”, disse Eloit, enfatizando que é difícil implementar mecanismos de controle.




