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O deputado federal e relator da Lei do Mercado de Carbono, Aliel Machado (PV), foi um dos palestrantes do Sustentabilidade Brasil nesta quinta-feira (12). Na oportunidade, ele apontou os desafios para a implementação, bem como as perspectivas para agricultores, empresários e outros players que podem contribuir e, até mesmo, obter benefícios desse mercado.
No encontro, o parlamentar explicou que a lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já é considerada a mais avançada no controle de emissões de gases do efeito estufa no mundo. Apesar de complexo, o tema apresenta-se como pauta de grande relevância para o país, que tem encabeçado ações para minimizar os impactos das mudanças climáticas.
O que é o Mercado de Carbono ?
De acordo com o deputado, o mercado de carbono “é um instrumento econômico criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para contribuir com as metas climáticas que visam reduzir a emissão do CO2 na atmosfera”.
Pela lei, existem dois tipos de mercado de carbono, ambos criados para dar valor financeiro às iniciativas que incentivem a transição energética e preservação do meio ambiente. São eles:
Regulado – Onde governos determinam quanto empresas poluidoras podem emitir de CO2 na atmosfera. Nesse contexto, a instituição que reduzir além das suas metas ganha créditos e podem vender o excedente para quem cumprir as suas obrigações.
Voluntário – Já no mercado voluntário, não há obrigação. Porém, um sistema foi criado para beneficiar soluções que capturem CO2 da atmosfera, como a preservação ambiental e reflorestamento. Neste caso, árvore em pé vale muito dinheiro.




