Mais lidas 🔥

Conheça a banana Ambrosia, nova cultivar resistente a doenças, alagamentos e seca

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 30 de abril

Coopercitrus e Gencau
Cacau em São Paulo vira aposta para diversificar renda no campo

Conflito no Oriente Médio
Preço dos fertilizantes dispara e preocupa agricultores brasileiros

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 28 de abril

Um estudo de mestrado que pretende monitorar a área e a produtividade de pimenta-do-reino, ou pimenta-preta, no Espírito Santo, uniu a Cooperativa dos Produtores Agropecuários da Bacia do Cricaré (Coopbac) em uma parceria inédita com a Universidade de Hohenheim, da Alemanha, e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
A parceria deriva de um estudo de Mestrado em Ciências (MSc) na área de bioeconomia e proposto pelo acadêmico Michael Hylind, graduado em bioeconomia pela Universidade de Hohenheim. Seu projeto de tese é intitulado Sensoriamento Remoto de Pimenta-Preta no Espírito Santo, Brasil (Remote Sensing of Black Pepper in Espírito Santo, Brazil).
O estudo irá monitorar sensorialmente culturas de pimenta-do-reino e gerar dados para treinar algoritmos de classificação supervisionados. Outro objetivo é mapear a área total de pimenta-do-reino plantada no Espírito Santo. Serão feitas classificações de terras com base em algoritmos fornecidos pelo Google Earth Engine (GEE) e via imagens de satélite.
Para viabilizar a pesquisa, o mestrando contará com a colaboração da Coopbac, cujas produções de pimenta servirão como amostra de estudo, e da Ufes, por meio dos projetos e extensões da universidade.
Em resposta à contribuição da Coopbac e da Ufes, Hylind se comprometeu a dar suporte para a implementação dos resultados gerados pelo estudo, beneficiando as operações cooperativa, e se colocou à disposição para colaborar com futuros projetos da universidade.




