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A fruticultura no Espírito Santo tem demonstrado grande potencial de crescimento, que se dá por meio das novas tecnologias utilizadas para o desenvolvimento da atividade, pela diversidade de culturas e pelo crédito produtivo orientado ofertado. A atividade, em 2017, foi responsável pela aprovação de mais de R$ 6 milhões em projetos de financiamento pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).
Ao longo dos últimos anos, o Bandes tem participado da estruturação dos polos de fruticultura capixaba, junto com outras instituições do Governo do Estado, como o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).
O Espirito Santo tem 14 polos de frutas, que englobam o plantio de abacaxi, acerola, banana, cacau, caju, coco, goiaba, laranja, mamão, manga, maracujá, morango, tangerina e uva. O clima e o solo predominante fazem com que cada região se destaque pela sua cultura na hora de produzir.
Diversificação
“A decisão do produtor de investir na fruticultura é uma estratégia para não ficar à deriva dos preços de apenas uma cultura, ou a sazonalidade da produção. A diversificação agrícola possibilita o aumento de renda para as famílias rurais. A fruticultura capixaba é voltada tanto para o mercado de frutasin natura, quanto para a indústria de processamento ”, destaca Everaldo Colodetti, diretor de Crédito e Fomento do Bandes.
No beneficiamento da produção, destaca-se pelo Bandes o Programa de fomento à produção regional de uva e derivados. O Programa tem como principal objetivo promover o desenvolvimento de pequenos e médios estabelecimentos que exploram a produção de uvas e derivados, como vinhos e champanhes, por meio de ações articuladas de assistência técnica e gerencial, e de concessão de crédito para investimentos.
“Ficamos sempre atentos às potencialidades locais. O produtor, que individualmente ou por meio de cooperativa, tem interesse em produzir qualquer qualidade de fruta com objetivo de beneficiamento da produção encontra no Bandes o aporte financeiro para implantação de uma agroindústria rural ”, enfatiza Colodetti.
Otimização dos recursos
Outro fator que impulsionou o crescimento da produção de fruticultura capixaba surge da otimização dos recursos no processo de produção e logística decorrente da estruturação dos polos frutíferos.
O agrupamento estimulou a participação dos produtores participantes e deu visibilidade à produção no Espírito Santo em nível nacional. O investimento em fruticultura constitui-se em uma boa alternativa para o produtor rural capixaba que deseja diversificar a produção e aumentar a rentabilidade de sua propriedade.
Simulação
Caso esteja interessado, o produtor pode fazer uma simulação no site ou no aplicativo para smartphones. Basta responder algumas perguntas para saber que tipo de crédito é o ideal. “Esta ferramenta é muito útil porque permite calcular o valor que você pode obter em cada instituição financeira, além dos prazos de pagamento e taxas de juros que deverá pagar em cada caso ”, destaca o diretor de Crédito.
O atendimento pode ser feito presencialmente na sede do banco. Pelo site, o interessado pode acessar os endereços dos parceiros consultores em todos os municípios capixabas.
fonte: ES.GOV





