Feira Agro Nater Coop

Feira Agro Nater Coop destaca soluções sustentáveis para o campo

Feira Agro Nater Coop reúne produtores, tecnologias e soluções sustentáveis para fortalecer a inovação e a produtividade no campo

Feira Agro Nater Coop 2025 em Santa Maria de Jetibá
Imagem da Feira Agro Nater Coop 2025 em Santa Maria de Jetibá. Foto: divulgação

A Feira Agro Nater Coop vai além das oportunidades de geração de negócios e networking para se firmar também como uma vitrine de tecnologias e soluções sustentáveis para o produtor rural. Na edição deste ano, que será realizada em julho nos municípios de Nova Venécia (2 a 4) e Santa Maria de Jetibá (16 a 18), o evento reforça seu compromisso com a inovação no campo ao apresentar alternativas que aliam produtividade, eficiência e responsabilidade ambiental.

Em um cenário global cada vez mais orientado por critérios ambientais, sociais e de governança (ESG), o setor agropecuário também vem passando por transformações importantes, impulsionadas por exigências de mercados internacionais e legislações mais rigorosas. Temas como descarbonização, rastreabilidade e produção sustentável ganham protagonismo e se tornam essenciais para garantir acesso a novos mercados e a competitividade das propriedades rurais.

Descarbonização e sustentabilidade no campo – Nesse contexto, a Feira Agro Nater Coop se posiciona como um espaço estratégico para difundir conhecimento e apresentar soluções inovadoras que auxiliam o produtor nesse processo de adaptação. Entre os destaques desta edição está a participação da Yara, líder mundial em nutrição de plantas. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer o portfólio da empresa, com resultados comprovados no aumento da produtividade e na redução da pegada de carbono em diferentes culturas agrícolas. Além das soluções nutricionais tradicionais, a produtora de insumos agrícolas também apresentará o portfólio Yara Climate Choice, composto por fertilizantes produzidos com o uso de matriz energética renovável e que proporcionam redução da pegada de carbono entre 60% e 95%.

“Em culturas como café e batata, por exemplo, já alcançamos reduções de até 40% na pegada de carbono dos produtos finais. Esse movimento é fundamental para antecipar exigências e restrições de mercado, como o CBAM (Carbon Border Adjustment Mechanism, ou Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira, em português), além de gerar diferenciação e agregar valor à produção. Nesses casos, já estruturamos cadeias de valor nas quais o produtor pode ser bonificado por seu protagonismo no processo de descarbonização”, afirma Daiane Corsini, Coordenadora Sênior de Sustentabilidade e Cadeia de Valor da Yara Brasil.

De acordo com Wildegar Belard, analista de Sustentabilidade da Nater Coop, o processo de descarbonização no agronegócio é um caminho sem volta que começa dentro da porteira, com a adoção de boas práticas e tecnologias mais eficientes. “Quando o produtor investe em soluções que reduzem emissões e aumentam a sustentabilidade da produção, ele não só atende às exigências do mercado, mas também agrega valor ao seu produto e fortalece a longevidade do seu negócio. A Feira Agro cumpre justamente esse papel de aproximar o cooperado dessas oportunidades, traduzindo conceitos globais em soluções práticas para o campo”, destaca.

Novas exigências de mercado – Iniciativas como essa também estão alinhadas a tendências regulatórias internacionais, como mecanismos de controle de emissões e exigências ambientais cada vez mais presentes nas cadeias de valor agrícolas, conforme explica Wildegar Belard. “Hoje, o produtor rural está inserido em um contexto de exigências cada vez mais rigorosas por parte dos mercados consumidores, especialmente no cenário internacional. Questões ligadas à redução de emissões, sustentabilidade e rastreabilidade deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos para acesso e permanência nesses mercados”, destaca.

Ainda de acordo com Wildegar, ao adotar práticas sustentáveis e tecnologias mais eficientes, o produtor não apenas se adequa a essas normas, mas também amplia suas oportunidades de comercialização e agrega valor ao seu produto. Ele pontua que, no cenário atual, a sustentabilidade não é apenas um diferencial competitivo, mas a porta de entrada para os mais diversos mercados globais. Ao investir nas adequações que compreendem o conceito de ESG, a exemplo das certificações 4C e IMPACT, ambas oferecidas pela Nater Coop, o produtor se adequa às leis, garante resiliência, lucratividade e continuidade do negócio para as próximas gerações.

“Costumo dizer que aprendemos com os nossos pais que, ao pegar um carro emprestado, temos de entregá-lo de tanque cheio. Vejo a terra que usamos para produzir como um empréstimo, que, no futuro, nossos filhos e netos vão utilizar para tirar o seu sustento. E a sustentabilidade (ESG) é o que fará essa mesma terra estar “de tanque cheio”, para que as futuras gerações continuem a usá-la como sustento”.

Com uma programação que integra conhecimento técnico, inovação e oportunidades de negócios, a Feira Agro Nater Coop reafirma sua proposta de conectar produtores às principais tendências do setor, contribuindo para uma agricultura cada vez mais eficiente, competitiva e sustentável. “Para nós, da Nater Coop, a oportunidade de promover esse tipo de discussão durante a feira reforça o papel da cooperativa no apoio ao desenvolvimento sustentável do campo. A sustentabilidade, nesse contexto, deixa de ser apenas um diferencial e passa a ser um requisito para a permanência e a evolução do agronegócio, garantindo resiliência, rentabilidade e continuidade das atividades para as próximas gerações”, pontua Wildegar.

Sobre a Nater Coop – Com 61 anos de atividades, a Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Nater Coop) conta com mais de 25 mil cooperados e cerca de 1.240 colaboradores. Com sede em Santa Maria de Jetibá, a instituição é a maior do Espírito Santo no setor de agronegócio e exporta para mais de 40 países. Fazem parte do grupo as marcas Veneza, Rações Coope, Liva e Pronova.